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Francisco Cunha ministra palestra sobre mobilidade urbana no Uninabuco Paulista

O consultor e sócio da TGI, Francisco Cunha, foi o palestrante convidado do evento realizado pelo Uninabuco – Centro Universitário Joaquim Nabuco, em Paulista, no dia 26 de março, que teve como objetivo discutir a problemática da mobilidade nas grandes cidades.

Em sua apresentação, Cunha falou para estudantes da instituição sobre o tema “Mobilidade Urbana: Tensões e Desafios”. O consultor fez uma retrospectiva dos problemas urbanos e apontou as principais causas e possíveis soluções para melhorar a mobilidade urbana, tendo como foco a Região Metropolitana do Recife.

De acordo com a coordenadora do curso de Administração da Uninabuco Paulista, Adeilde Santana, a palestra foi muito importante para incentivar a discussão sobre a questão da mobilidade urbana, que é responsabilidade de todos. “Queremos fazer com que nossos alunos reflitam um pouco sobre as causas dos engarrafamentos em nossa cidade e compreendam que é preciso algumas atitudes para reduzi-los”, afirmou.

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Francisco Cunha guia caminhada em comemoração ao aniversário do Recife

O sócio e consultor da TGI, Francisco Cunha, guiou, no dia 10 de março, uma edição especial da Caminhada Domingueira Olhe Pelo Recife, em comemoração aos 482 anos da capital pernambucana. O passeio teve como tema central “Percurso pelo Corredor da Cidade, da Porta da Terra ao Engenho Mais Próximo”.

Cerca de 100 pessoas fizeram o trajeto de cerca de 6 km percorrido pelos habitantes nos séculos passados, partindo da Praça do Arsenal, no Bairro do Recife, onde nos seus primórdios a cidade se resumia a um pequeno porto com um vilarejo à beira da água.

Guiados por Francisco Cunha, os caminhantes passaram pela Rua do Bom Jesus, Rua Marquês de Olinda, Ponte Mauricio de Nassau, Praça da Independência, Rua Nova, Ponte da Boa Vista, Rua da Imperatriz, Praça Maciel Pinheiro, Avenida Manoel Borba, Praça Chora Menino, Rua Paissandu, Rua Benfica e Praça João Alfredo, no bairro da Madalena.

O ponto final do passeio foi o sobrado grande da Madalena, atual Museu da Abolição, onde morou o Conselheiro João Alfredo. Segundo Francisco, entre os engenhos que se instalaram no entorno do atual museu, alguns viraram nomes de bairros, como o do Cordeiro, da Torre e o do Engenho do Meio. Durante a caminhada, Cunha ressaltou ainda que o Recife é a capital mais antiga do Brasil, sendo apenas dois anos mais nova que sua irmã, Olinda, que foi capital durante o período colonial.

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Francisco Cunha fala sobre as perspectivas para o Brasil, Pernambuco e Recife na Aula Magna da Faculdade Damas

O consultor e sócio da TGI, Francisco Cunha, foi o palestrante da Aula Magna da Faculdade Damas, realizada no último dia 13 de fevereiro, no Teatro Madre Chantal. Francisco se apresentou para os alunos de todos os cursos de graduação da instituição de ensino e falou sobre o tema “O que esperar do futuro em 2019: perspectivas para o mundo, o Brasil, Pernambuco e o Recife”.

Em sua apresentação, Francisco Cunha falou sobre o atual governo brasileiro, afirmando que o presidente Jair Bolsonaro foi eleito com um “talão de cheques em branco” e que seu sucesso vai depender da retomada consistente da economia. Para isso, precisará sinalizar de maneira firme que vai conseguir equacionar o grave problema fiscal do setor público brasileiro.

“Do ponto de vista econômico, o grande obstáculo a ser removido pelo novo governo é a Reforma da Previdência. Se ela for crível, abre-se uma avenida de boas possibilidades para o país. Se não, os problemas vão se avolumar e o governo perderá sustentação”, afirmou. Sobre Pernambuco, o consultor apontou que o Estado é um dos poucos que apresenta indicadores fiscais menos dramáticos e que a amenização da crise que afeta todos os entes federados vai depender, em boa medida, justamente do êxito da Reforma da Previdência.

Para o Recife, o consultor frisou que, nesse ano, quando a cidade realiza a revisão do seu Plano Diretor, observa-se a evolução de uma série de discussões que já vinham sendo feitas pela sociedade. Uma dessas discussões ocorre desde 2012 mobilizada pelo movimento do Observatório do Recife (ODR) por intermédio do projeto chamado “O Recife Que Precisamos”, inspirado, dentre outras referências, nas mudanças acontecidas nas cidades colombianas de Bogotá e Medelín.

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Revitalização do Largo do Holandês é entregue à população

O consultor, sócio da TGI e integrante do IAHGP (Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano), Francisco Cunha, assinou o texto inserido na placa comemorativa instalada no Largo do Holandês, localizado entre as ruas Samuel Lins (continuação da Rua da Harmonia) com a Flor de Santana, na confluência dos bairros de Casa Forte e Parnamirim. A peça, que faz parte do projeto História nas Paredes, traz mais detalhes sobre o local, que fica às margens do Riacho Parnamirim e foi utilizado pelos holandeses como rota de ataques durante a Batalha de Casa Forte, em 1645. Antes utilizado como lixão, o Largo do Holandês foi requalificado pela Prefeitura do Recife e entregue à população no dia 09 de fevereiro.

A requalificação foi conquistada a partir da mobilização do grupo Casa Forte Mais Segura, formado por moradores e amigos do bairro, que buscam mais segurança para a localidade. Assim, o Largo do Holandês passou por limpeza, ganhou um jardim, nova pintura e iluminação e um espaço de convivência para a população. O prefeito Geraldo Julio fez a entrega oficial da área, ressaltando a integração entre governo e sociedade civil para tornar a cidade mais inclusiva.

A ação fez parte do projeto “Recife dos Encontros”, promovida pela Secretaria Executiva de Inovação Urbana do Recife, Emlurb e moradores, grupos e organizações na ativação de espaços públicos e vazios urbanos da cidade com o intuito de requalificá-los ou ressignificá-los. O projeto também reforça iniciativas que já aconteciam antes mesmo do poder público atuar, como a Horta Urbana de Casa Amarela e o Jardim Secreto no Poço da Panela, consolidando o protagonismo do cidadão, a convivência e o encontro entre as pessoas como política pública.

Confira na íntegra o texto inserido na placa comemorativa do Largo do Holandês:

“Segundo o sociólogo Gilberto Freyre, em seu livro Assombrações do Recife Velho, ‘mal-assombradas ficaram as terras entre Casa Forte e o Arraial: todo um sítio onde é tradição ter aparecido durante anos a figura de um guerreiro ruivo trajado de veludo e de ouro, cabelo longo e louro como de mulher, lança em riste, cavalo a galope. Dizia-se que era o fantasma de um general holandês que caíra morto na batalha de Casa Forte (1645)’. Com base nesta citação, os integrantes do grupo Casa Forte mais Segura, quando da ação de requalificação do local adjacente ao Riacho Parnamirim, na confluência da Rua da Harmonia com a Rua Dr. Samuel Lins, transformado que estava em depósito de lixo, em junho de 2018 resolveu sugerir ao vereador Jayme Asfora que propusesse Projeto de Lei denominando o local de Largo do Holandês. Aprovado o Projeto na Câmara Municipal do Recife e sancionado pelo prefeito Geraldo Júlio, passou o local a oficialmente chamar-se assim” – (Francisco Cunha, da TGI e do IAHGP).

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Francisco Cunha ministra palestra no festival REC’n’Play

O consultor e sócio da TGI, Francisco Cunha, participou da programação do festival REC’n’Play, que trouxe para o Recife Antigo uma série de palestras e atividades voltadas para experiências digitais criativas. Francisco, que é arquiteto e urbanista por formação e um dos integrantes do Movimento Olhe pelo Recife, ministrou a palestra “Pedestrianização Radical do Bairro do Recife” e também guiou uma caminhada com os participantes por pontos-chave do bairro.

“O Bairro do Recife tem potencial para ser completamente caminhável, já que os principais pontos estão em um raio máximo de um quilômetro um do outro, e o percurso médio de caminhada é de quinhentos metros”, explicou Francisco. Segundo o consultor, o bairro já demonstra ser caminhável e usa como exemplo o boulevard Rio Branco.

“Mas ainda temos como desafio tornar caminháveis as demais ruas, que são predominantemente ocupadas por carros estacionados e calçadas de má qualidade, o que dificulta o uso do pedestre”, pontuou. Junto com os participantes, Francisco Cunha ainda propôs a discussão conjunta de uma proposta de pedestrianização radical do Bairro do Recife.

O festival REC’n’Play aconteceu entre os dias 07 e 10 de novembro para discutir temas relacionados à educação, tecnologia, entretenimento e negócios, com o objetivo de promover conexões com a cidade. Criado pelo Porto Digital em parceria com a Ampla Comunicação, o evento aconteceu em diversos polos internos e externos do Recife Antigo, com atividades simultâneas e sequenciais, entre workshops, oficinas e apresentações musicais.

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