All posts tagged Francisco Cunha

Sócios da TGI são homenageados em placa comemorativa aos 200 anos da Revolução de 1817

Os consultores, sócios da TGI e do IAHGP (Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano), Francisco Cunha e Cármen Cardoso, integram a relação dos associados que constam na placa comemorativa aos 200 anos da Revolução de 1817, afixada na cabeceira da Ponte 6 de Março (Ponte Velha), no Bairro da Boa Vista. A peça faz parte do projeto História nas Paredes, promovido em parceria com a Prefeitura do Recife e a Grande Loja Maçônica de Pernambuco.

A iniciativa tem como objetivo lembrar marcos da história do Recife, que é feita de revoluções, personalidades e fatos históricos que construíram sua identidade, com a fixação de placas que contam a história dos nomes dados às ruas do Recife. As placas feitas em azulejo estão espalhadas em vários pontos da cidade, em bairros diferentes, como, por exemplo, na Av. Conselheiro Rosa e Silva, na Zona Norte, na Conde da Boa Vista, no centro da cidade e na Rua Barão de Souza Leão, em Boa Viagem.

A sinalização turística e histórica conta uma parte da história da cidade e das pessoas que dão nomes às ruas onde estão localizadas. Em cada um delas há um texto informativo sobre o que aconteceu naquele local ou a biografia do homenageado. Já são mais de 100 placas espalhadas pelo Recife.

0

Sócios da TGI lançam livro sobre o Imip

Os consultores e sócios da TGI, Fernando Braga e Ricardo de Almeida, lançaram, no dia 18 de setembro, o livro “O Imip e a Crise – Êxitos e Desafios”, publicação que teve como objetivo documentar como o instituto está superando a atual recessão econômica brasileira. O livro é dividido em cinco partes que descrevem a mobilização, o plano de contingenciamento de gastos, os programas de aperfeiçoamento da gestão, um relato das realizações do período e um resumo das lições aprendidas pelo Imip.

“Enfrentamos a maior crise que o país viveu. Evidentemente o Imip foi afetado e teve que tomar medidas de ajustes na gestão para assegurar a travessia nesse período. Estamos juntos desde 1999 prestando consultoria à instituição e consideramos pertinente documentar o trabalho que está sendo realizado nesse período, deixando uma lição importante para a gestão da saúde pública”, afirma o consultor Ricardo de Almeida.

De acordo com os autores, a crise está representando um período de fortalecimento para o Imip. Neste sentido, a publicação relata que o trabalho da gestão, participativa e transparente, está conduzindo a instituição para um aperfeiçoamento da prática do acompanhamento de indicadores financeiros e operacionais. Além disso, o livro registra o amadurecimento e a integração dos gestores nesse período de mudanças, em que é necessário expor dificuldades, tratar conflitos, propor e implantar inovações.

BAIRROS – Na mesma data, Francisco Cunha, consultor e sócio da TGI, lançou o livro “Lei dos 12 Bairros”, editado pela Companhia Editora de Pernambuco – Cepe e do qual é coautor, em conjunto com Norma Lacerda, Luiz Helvécio de Santiago e Paulo Reynaldo Maia.

Com prefácio da economista Tânia Bacelar, o livro trata da legislação que há 17 anos limitou a altura dos prédios em áreas de classe média já saturadas, fazendo uma análise dos resultados urbanísticos e as mudanças promovidas nesses locais. A publicação se divide em quatro capítulos principais: a dinâmica espacial imobiliária; o conjunto urbano de Casa Forte; a Lei dos 12 Bairros; e a ampliação da urbanidade para outras áreas do Recife.

0

Conexão Recife-Medellín: a Colômbia e suas transformações urbanas

Após cinco anos da primeira visita técnica à Colômbia, que resultou no livro As Lições de Bogotá & Medellín – do Caos à Referência Mundial, de autoria do gestor público Murilo Cavalcanti e assessoria do consultor Francisco Cunha, pernambucanos realizaram nova missão técnica ao país em julho de 2018. O resultado da viagem poderá ser conferido no novo livro Conexão Recife-Medellín – Aprendendo com as mudanças urbanas mais transformadoras do mundo, escrito por Francisco Cunha, Murilo Cavalcanti e Jorge Melguizo e com previsão de lançamento para março de 2019.

Na nova missão à Colômbia, o grupo formado por arquitetos, urbanistas e gestores públicos puderam fazer uma reavaliação das experiências urbanas nas duas cidades visitadas, Medellín e Bogotá, a partir de encontros e debates com autoridades locais. Segundo o consultor e sócio da TGI, o arquiteto e urbanista Francisco Cunha, que também integra o Observatório do Recife, a primeira publicação teve um importante papel no subsídio às discussões e debates relativos aos processos de mudança e intervenção urbana na cidade do Recife, inclusive no que diz respeito ao projeto Parque Capibaribe, desenvolvido a partir da parceria entra a Universidade Federal de Pernambuco, por intermédio do Inciti, e a Prefeitura do Recife.

A segunda missão de observação urbana à Colômbia resultou no conteúdo para a nova publicação, focado nas similaridades e diferenças entre Recife e Medellín, contextualizado a partir dos processos de mudanças que estão ocorrendo nas cidades. “Fizemos um detalhamentos dos processos do Recife e Medellín e os principais projetos das duas cidades, além das alternativas de intercâmbio entre elas”, destaca Francisco.

O livro Conexão Recife-Medellín será dividido em cinco capítulos. Na primeira parte, o consultor e professor de gestão pública e ex-secretário de Cultura de Medellín, Jorge Melguizo, fala sobre as amplas mudanças urbanas na cidade colombiana, guiadas pela cidadania. Entre os tópicos tratados, a realidade da cidade antes de sucumbir ao narcotráfico e os projetos estruturados que guiaram as mudanças.

No segundo capítulo, o consultor e urbanista Francisco Cunha foca no Recife e sua fragmentação histórica que começa a ser revertida. “Vamos tratar desde a parte histórica de uma cidade que nasceu portuguesa e foi planejada pelos holandeses às estruturações do Conde Boa Vista, de Saturno de Brito e Alfredo Lisboa. E sem esquecer da remodelação do bairro de Santo Antônio e os planos de expansão do Recife”, explica Francisco Cunha, que ainda vai tratar do início da rearticulação e a referência de Medellín.

Os outros capítulos abordam os cinco projetos ativos no Recife – Recife 500 Anos, Parque Capibaribe, Compaz, Plano de Mobilidade e Mais Vidas nos Morros -; a articulação Recife-Medellín desde o início da conexão até as projeções para o futuro; e para fechar depoimentos de urbanistas e gestores que estiveram na última missão à Colômbia em 2018.

0

Francisco Cunha palestra sobre mobilidade em Petrolina

O sócio da TGI, Francisco Cunha, foi um dos palestrantes do evento “Petrolina, Mobilidade e Cidadania Urbana”, promovido pelo Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo do Vale do São Francisco – Setranvasf, em Petrolina. Autor do livro “Calçada – O primeiro degrau da cidadania urbana”, o consultor falou, em sua apresentação, sobre os desafios da mobilidade a pé.

Segundo Francisco Cunha, é muito difícil encontrar uma cidade brasileira com calçadas adequadas para caminhar, com sombras e dimensões corretas. Para o especialista, se o pedestre não é priorizado, a cidadania também não é. “Numa cidade tropical como Petrolina, é preciso que tenha sombra, que é a amiga do pedestre. Eu andei de dia aqui e tive dificuldade. É preciso condições de conforto térmico para viabilizar a mobilidade a pé”, explica o consultor.

O evento teve como objetivo discutir diversos assuntos relacionados à mobilidade do município, que apesar de ter uma das melhores tecnologias embarcadas no sistema de transporte público, o MobiPetrolina, ainda não tem seu plano de mobilidade (Planmob) implementado. Também participaram como palestrantes o superintendente de transporte de Campina Grande, José Félix Neto, e o coordenador de Operações do Norte e Nordeste da Cittati Tecnologia em Desenvolvimento, Cristiano Roberto.

0

Francisco Cunha participa de oficina sobre mobilidade a pé

Representando o Movimento Olhe Pelo Recife – Cidadania a Pé, o consultor e sócio da TGI, Francisco Cunha, participou, em julho, no Impact Hub São Paulo, da Oficina Como Anda. O evento reuniu diversos representantes de movimentos e entidades defensoras dos pedestres e teve como objetivo desenhar e pactuar um plano de ação coletivo para fortalecer a mobilidade a pé.

Partindo das estratégias definidas em encontros prévios realizados pelo projeto – I) Fortalecer as organizações; II) Fortalecer a pauta; III) Articular a rede – a primeira parte da oficina contou com a apresentação de um histórico do projeto e de seus financiadores e foi finalizada com uma discussão sobre as conquistas e desafios da iniciativa, assim como seus próximos passos. Em um segundo momento, os participantes, presenciais e online, esboçaram um plano de ação para o avanço da mobilidade a pé no Brasil.

Sobre o Como Anda – Desde 2016, o Como Anda vem sendo desenvolvido por Cidade Ativa e Corrida Amiga através do apoio do iCS – Instituto Clima e Sociedade. O projeto tem como objetivo principal mapear organizações que atuam pela mobilidade a pé no Brasil e entender o cenário em que atuam. Atualmente, a iniciativa conta com mais de 170 organizações mapeadas país afora.

0