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Francisco Cunha ministra palestra em convenção anual do Lafepe

O consultor e sócio da TGI, Francisco Cunha, foi o palestrante convidado da convenção anual do Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco Governador Miguel Arraes (Lafepe). O evento, realizado no dia 22 de janeiro, na área de eventos da Arena Pernambuco, contou com a participação de 550 colaboradores do laboratório.

Em sua apresentação, Francisco Cunha falou sobre as perspectivas deste ano para o mundo, o Brasil, o Nordeste e Pernambuco. No que diz respeito ao Recife, o consultor discorreu sobre a importância da mobilidade a pé e como isto muda a visão da cidade e de mundo. A plateia reagiu positivamente com um participativo debate ao final.

O Lafepe, vinculado à Secretaria Estadual de Saúde, é hoje um dos três maiores laboratórios públicos do Brasil. Atualmente desenvolve, produz e comercializa medicamentos e óculos, atendendo às políticas públicas de saúde. Na política de distribuição local de medicamentos básicos, o Lafepe dispõe de farmácias espalhadas por todas as regiões do estado de Pernambuco, onde comercializa medicamentos de fabricação própria, além de genéricos e similares adquiridos de fornecedores selecionados.

Em 1994, destacou-se como primeiro laboratório oficial, no Brasil, a produzir o antirretroviral Zidovudina (AZT). É fabricante exclusivo do Zidovudina na apresentação xarope, utilizado no tratamento de crianças portadoras do vírus HIV. É o único laboratório oficial, no mundo, fabricante do Benznidazol, usado em pacientes com o Mal de Chagas. O Lafepe destaca-se também como o único fornecedor do hipoclorito de sódio 2,5% para combate ao cólera e dos antipsicóticos Clozapina, Quetiapina e Olanzapina.

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Francisco Cunha guia Caminhada Domingueira pelo Bairro de São José

O consultor e sócio da TGI, Francisco Cunha, guiou, em novembro, mais uma edição da Caminhada Domingueira Olhe Pelo Recife, desta vez com o tema “Bairro de São José – História e Perspectivas”. Mais de 100 pessoas participaram do passeio, que percorreu cerca de 4 km.

A caminhada teve início na Praça da República, situada no extremo norte da Ilha de Santo Antônio, no Recife, entre as margens do rio Capibaribe. O destino final foi o Cais do Imperador, de frente para a histórica Praça 17, onde Francisco Cunha finalizou o passeio embaixo das sombras de um oitizeiro.

“Com um céu limpo, sem nuvens, o grande desafio da caminhada foi o calor típico do verão recifense. Chamou a atenção, durante o percurso, a falta de arborização. Foram 12 ruas sem uma única árvore. Ou seja, quase nenhuma sombra. Merecem destaque algumas áreas sombreadas pelas quais passamos, como o pátio interno do Convento do Carmo, por exemplo”, conta Francisco.

O consultor, que também é arquiteto e urbanista de formação e defensor da mobilidade a pé, fez questão de terminar o passeio embaixo da árvore de oiti para reforçar a importância da sombra para viabilizar a prática da caminhada. “Ao final do percurso, por volta das 11h, o oitizeiro nos proporcionou uma sombra fenomenal”, diz. Considerando, no dia do passeio, a manhã de verão com céu limpo, Francisco Cunha estimou uma queda média de cinco graus na temperatura embaixo do oitizeiro.

“A moral da história é que, para a prática da mobilidade a pé nas cidades, é imprescindível que haja sombra. Especialmente no verão. As proteções habituais como chapéu e protetor solar continuam sendo necessárias, mas a sombra é indispensável para o pedestre, o que reforça a importância de preservarmos as árvores em meio ao vasto concreto da cidade”, finaliza.

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Francisco Cunha ministra palestra sobre o futuro do centro do Recife no Festival REC’n’Play 2019

O consultor e sócio da TGI, Francisco Cunha, guiou uma caminhada pela chamada Ilha de Antônio Vaz, que engloba os bairros de Santo Antônio, São José, Cabanga e Joana Bezerra, na manhã de 05 de outubro, no último dia do Festival REC’n’Play 2019. Antes, ministrou uma palestra sobre o tema Uma visão do Futuro para o Centro do Recife, na sede da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas do Recife), na Rua Riachuelo.

A caminhada seguiu pelas principais ruas dos bairros de Santo Antônio e São José, chegando até a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco, onde aconteceu um debate com os temas comentados na palestra e vivenciados na caminhada.

“Um evento como esse é de grande importância para a cidade do Recife, em especial para o seu centro, porque traz as pessoas para conhecerem a realidade tanto do ponto de vista conceitual, teórico, a partir de uma apresentação, mas também por meio da caminhada que tivemos a oportunidade de fazer. Começamos no Bairro da Boa Vista e passamos pela Rua do Hospício, Rua da Imperatriz e pelo início da requalificação da Avenida Conde da Boa Vista”, contou Francisco Cunha.

A caminhada seguiu cruzando a Ponte Duarte Coelho, passando pela Avenida Guararapes, Praça da Independência, Ponte Mauricio de Nassau, Marquês de Olinda e Rua do Bom Jesus, finalizando ao lado da Torre Malakoff, na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Para o consultor, o próximo passo a partir do debate realizado no REC’n’Play é aumentar a compreensão dos moradores e formadores de opinião para a importância fundamental de recuperar o centro do Recife. “Não se conseguirá resolver o problema de um bairro sem resolver o problema de outro, porque estão todos integrados em um só território. Território central, histórico, que foi de fundamental importância econômica e hoje tem uma grande importância do ponto de vista da centralidade da cidade do Recife e na Região Metropolitana”, concluiu.

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Francisco Cunha guia caminhada em homenagem a João Cabral de Melo Neto

O consultor e sócio da TGI, Francisco Cunha, guiou, em setembro, a caminhada “João Cabral de Melo Neto e o Rio Capibaribe”, promovida pelo Colégio Equipe em homenagem aos 20 anos do falecimento do poeta João Cabral. O trajeto de 3km, saindo da praça Compositor Antônio Maria até o Equipe, contou com os comentários de Francisco Cunha e a leitura de poemas sobre o Rio Capibaribe, permanente fonte de inspiração do poeta.

Em agosto, o colégio deu início a uma exposição apresentando vida e obra do poeta pernambucano, sob a coordenação de Any Vasconcelos e do bibliotecário da escola, Milton Carlos. A exposição traz como foco os poemas ” O cão sem plumas” e ” O rio”, por terem como tema o Rio Capibaribe, expondo suas diversas faces, desde a sua nascente até a chegada ao mar. A mostra pode ser conferida até outubro, nas instalações do Equipe.

“Foi um imenso prazer contar com a colaboração de Francisco Cunha, reconhecido também por sua atuação em prol da mobilidade a pé na cidade do Recife. Francisco guiou a caminhada trazendo a todos informações relevantes a respeito do rio e ao Projeto Parque Capibaribe. Foi realmente um momento enriquecedor, unindo cultura, poesia e reflexão sobre o nosso rio e a cidade que precisamos e queremos”, afirma Any Vasconcelos.

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Francisco Cunha ministra palestra em Seminário de Tropicologia

O consultor e sócio da TGI, Francisco Cunha, foi o palestrante convidado da 4ª edição do ano do Seminário de Tropicologia, realizado em julho na Fundação Joaquim Nabuco, em Casa Forte. Defensor da mobilidade a pé, Francisco Cunha falou sobre o tema “A cidade tropical dos 5km por hora” .

Na apresentação, o consultor abordou o quanto a pedestrianização é necessária para a melhoria do trânsito nas cidades, já que não se pode aumentar as vias, mas sim reduzir o número de veículos nelas. Dentro desse conceito, Cunha avaliou que é fundamental que o poder público e a sociedade preservem as calçadas e as ruas, que o pedestre seja respeitado para que possa utilizá-las com segurança e que tenha condições de caminhabilidade, principalmente numa cidade de forte incidência solar, como o Recife.

Francisco ressaltou ainda que, como resultado de suas caminhadas pela capital pernambucana, que já somam cerca de 15 mil quilômetros em 12 anos, conseguiu concluir que a cidade, desde o início do século 20, foi desenhada para circulação de automóveis. “As consequências do uso cada vez maior de veículos podem ser vistas no cotidiano: engarrafamentos, calçadas esburacadas, insegurança gerada por ruas ocupadas por carros e não por gente”, disse.

Por fim, Cunha alertou que as cidades brasileiras precisam avançar nas suas estruturas urbanas, assim como os grandes centros do planeta, a exemplo de Paris, Londres e Nova York. “É necessário adequar os espaços públicos para as novas exigências do século 21: pedestres, ciclistas e coletivos. Além disso, precisamos de melhorias também para o transporte do futuro, como os de aplicativos, patinetes e bicicletas elétricas, respeitando as condições topográficas e de clima de cada cidade”, concluiu.

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