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Francisco Cunha ministra palestra em Seminário de Tropicologia

O consultor e sócio da TGI, Francisco Cunha, foi o palestrante convidado da 4ª edição do ano do Seminário de Tropicologia, realizado em julho na Fundação Joaquim Nabuco, em Casa Forte. Defensor da mobilidade a pé, Francisco Cunha falou sobre o tema “A cidade tropical dos 5km por hora” .

Na apresentação, o consultor abordou o quanto a pedestrianização é necessária para a melhoria do trânsito nas cidades, já que não se pode aumentar as vias, mas sim reduzir o número de veículos nelas. Dentro desse conceito, Cunha avaliou que é fundamental que o poder público e a sociedade preservem as calçadas e as ruas, que o pedestre seja respeitado para que possa utilizá-las com segurança e que tenha condições de caminhabilidade, principalmente numa cidade de forte incidência solar, como o Recife.

Francisco ressaltou ainda que, como resultado de suas caminhadas pela capital pernambucana, que já somam cerca de 15 mil quilômetros em 12 anos, conseguiu concluir que a cidade, desde o início do século 20, foi desenhada para circulação de automóveis. “As consequências do uso cada vez maior de veículos podem ser vistas no cotidiano: engarrafamentos, calçadas esburacadas, insegurança gerada por ruas ocupadas por carros e não por gente”, disse.

Por fim, Cunha alertou que as cidades brasileiras precisam avançar nas suas estruturas urbanas, assim como os grandes centros do planeta, a exemplo de Paris, Londres e Nova York. “É necessário adequar os espaços públicos para as novas exigências do século 21: pedestres, ciclistas e coletivos. Além disso, precisamos de melhorias também para o transporte do futuro, como os de aplicativos, patinetes e bicicletas elétricas, respeitando as condições topográficas e de clima de cada cidade”, concluiu.

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Francisco Cunha comanda workshop sobre a cidade ideal para o pedestre

Defensor da mobilidade a pé, o consultor e sócio da TGI, Francisco Cunha, coordenou, em julho, o 1º Workshop “A cidade dos 5km por hora”, focado no desenho e na preparação da cidade ideal para o pedestre. O encontro foi realizado na sede da TGI, no Espinheiro, e contou ainda com uma caminhada guiada pelo bairro, que abordou a história e a urbanização de uma das regiões mais peculiares do Recife.

Durante o workshop, foram discutidos temas como o andar em pé e a pé, a cidade na história, a chegada dos automóveis, o planejador urbano do século XX, a disrupção urbana que está em curso no mundo por conta da mobilidade e, por fim, a cidade do século XXI, aquela em que o pedestre é o personagem principal. “A cidade de hoje, que tem o trânsito com velocidade urbana máxima de 60km por hora, é a cidade do carro. É a que desconsidera calçadas e árvores. A dos 5km por hora é a que coloca o pedestre em primeiro plano”, avaliou Francisco Cunha.

Segundo o consultor, muito embora os automóveis tenham surgido há apenas 100 anos, eles acabaram por determinar o traçado urbano. “Não é descabido dizer que as cidades estão desenhadas pelo e para os carros. Em cerca de seis mil anos de história, se pudermos fazer uma analogia com o relógio de parede, os automóveis apareceram no último minuto antes das 12h da história das cidades, e mesmo assim dominam o traçado da forma que dominam”, afirmou.

Para Cunha, na cidade dos 5km por hora, todos somos pedestres antes de qualquer outro título ou condição. “A cidade sendo boa para o pedestre e, mais do que isso, sendo boas para as crianças, idosos e para pessoas com dificuldades de locomoção, será boa para todos. Mas para isso, precisamos de boas calçadas, controle rígido da velocidade dos veículos, fachadas ativas e sombras generosas, para que possamos caminhar bem, pondo em prática essa nossa condição de sermos todos pedestres”, finalizou o consultor.

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Francisco Cunha ministra palestra sobre mobilidade urbana no Uninabuco Paulista

O consultor e sócio da TGI, Francisco Cunha, foi o palestrante convidado do evento realizado pelo Uninabuco – Centro Universitário Joaquim Nabuco, em Paulista, no dia 26 de março, que teve como objetivo discutir a problemática da mobilidade nas grandes cidades.

Em sua apresentação, Cunha falou para estudantes da instituição sobre o tema “Mobilidade Urbana: Tensões e Desafios”. O consultor fez uma retrospectiva dos problemas urbanos e apontou as principais causas e possíveis soluções para melhorar a mobilidade urbana, tendo como foco a Região Metropolitana do Recife.

De acordo com a coordenadora do curso de Administração da Uninabuco Paulista, Adeilde Santana, a palestra foi muito importante para incentivar a discussão sobre a questão da mobilidade urbana, que é responsabilidade de todos. “Queremos fazer com que nossos alunos reflitam um pouco sobre as causas dos engarrafamentos em nossa cidade e compreendam que é preciso algumas atitudes para reduzi-los”, afirmou.

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Francisco Cunha guia caminhada em comemoração ao aniversário do Recife

O sócio e consultor da TGI, Francisco Cunha, guiou, no dia 10 de março, uma edição especial da Caminhada Domingueira Olhe Pelo Recife, em comemoração aos 482 anos da capital pernambucana. O passeio teve como tema central “Percurso pelo Corredor da Cidade, da Porta da Terra ao Engenho Mais Próximo”.

Cerca de 100 pessoas fizeram o trajeto de cerca de 6 km percorrido pelos habitantes nos séculos passados, partindo da Praça do Arsenal, no Bairro do Recife, onde nos seus primórdios a cidade se resumia a um pequeno porto com um vilarejo à beira da água.

Guiados por Francisco Cunha, os caminhantes passaram pela Rua do Bom Jesus, Rua Marquês de Olinda, Ponte Mauricio de Nassau, Praça da Independência, Rua Nova, Ponte da Boa Vista, Rua da Imperatriz, Praça Maciel Pinheiro, Avenida Manoel Borba, Praça Chora Menino, Rua Paissandu, Rua Benfica e Praça João Alfredo, no bairro da Madalena.

O ponto final do passeio foi o sobrado grande da Madalena, atual Museu da Abolição, onde morou o Conselheiro João Alfredo. Segundo Francisco, entre os engenhos que se instalaram no entorno do atual museu, alguns viraram nomes de bairros, como o do Cordeiro, da Torre e o do Engenho do Meio. Durante a caminhada, Cunha ressaltou ainda que o Recife é a capital mais antiga do Brasil, sendo apenas dois anos mais nova que sua irmã, Olinda, que foi capital durante o período colonial.

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Francisco Cunha fala sobre as perspectivas para o Brasil, Pernambuco e Recife na Aula Magna da Faculdade Damas

O consultor e sócio da TGI, Francisco Cunha, foi o palestrante da Aula Magna da Faculdade Damas, realizada no último dia 13 de fevereiro, no Teatro Madre Chantal. Francisco se apresentou para os alunos de todos os cursos de graduação da instituição de ensino e falou sobre o tema “O que esperar do futuro em 2019: perspectivas para o mundo, o Brasil, Pernambuco e o Recife”.

Em sua apresentação, Francisco Cunha falou sobre o atual governo brasileiro, afirmando que o presidente Jair Bolsonaro foi eleito com um “talão de cheques em branco” e que seu sucesso vai depender da retomada consistente da economia. Para isso, precisará sinalizar de maneira firme que vai conseguir equacionar o grave problema fiscal do setor público brasileiro.

“Do ponto de vista econômico, o grande obstáculo a ser removido pelo novo governo é a Reforma da Previdência. Se ela for crível, abre-se uma avenida de boas possibilidades para o país. Se não, os problemas vão se avolumar e o governo perderá sustentação”, afirmou. Sobre Pernambuco, o consultor apontou que o Estado é um dos poucos que apresenta indicadores fiscais menos dramáticos e que a amenização da crise que afeta todos os entes federados vai depender, em boa medida, justamente do êxito da Reforma da Previdência.

Para o Recife, o consultor frisou que, nesse ano, quando a cidade realiza a revisão do seu Plano Diretor, observa-se a evolução de uma série de discussões que já vinham sendo feitas pela sociedade. Uma dessas discussões ocorre desde 2012 mobilizada pelo movimento do Observatório do Recife (ODR) por intermédio do projeto chamado “O Recife Que Precisamos”, inspirado, dentre outras referências, nas mudanças acontecidas nas cidades colombianas de Bogotá e Medelín.

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