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Sócios da TGI lançam livro sobre o Imip

Os consultores e sócios da TGI, Fernando Braga e Ricardo de Almeida, lançaram, no dia 18 de setembro, o livro “O Imip e a Crise – Êxitos e Desafios”, publicação que teve como objetivo documentar como o instituto está superando a atual recessão econômica brasileira. O livro é dividido em cinco partes que descrevem a mobilização, o plano de contingenciamento de gastos, os programas de aperfeiçoamento da gestão, um relato das realizações do período e um resumo das lições aprendidas pelo Imip.

“Enfrentamos a maior crise que o país viveu. Evidentemente o Imip foi afetado e teve que tomar medidas de ajustes na gestão para assegurar a travessia nesse período. Estamos juntos desde 1999 prestando consultoria à instituição e consideramos pertinente documentar o trabalho que está sendo realizado nesse período, deixando uma lição importante para a gestão da saúde pública”, afirma o consultor Ricardo de Almeida.

De acordo com os autores, a crise está representando um período de fortalecimento para o Imip. Neste sentido, a publicação relata que o trabalho da gestão, participativa e transparente, está conduzindo a instituição para um aperfeiçoamento da prática do acompanhamento de indicadores financeiros e operacionais. Além disso, o livro registra o amadurecimento e a integração dos gestores nesse período de mudanças, em que é necessário expor dificuldades, tratar conflitos, propor e implantar inovações.

BAIRROS – Na mesma data, Francisco Cunha, consultor e sócio da TGI, lançou o livro “Lei dos 12 Bairros”, editado pela Companhia Editora de Pernambuco – Cepe e do qual é coautor, em conjunto com Norma Lacerda, Luiz Helvécio de Santiago e Paulo Reynaldo Maia.

Com prefácio da economista Tânia Bacelar, o livro trata da legislação que há 17 anos limitou a altura dos prédios em áreas de classe média já saturadas, fazendo uma análise dos resultados urbanísticos e as mudanças promovidas nesses locais. A publicação se divide em quatro capítulos principais: a dinâmica espacial imobiliária; o conjunto urbano de Casa Forte; a Lei dos 12 Bairros; e a ampliação da urbanidade para outras áreas do Recife.

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Fernando Braga ministra palestra sobre gestão pública

O consultor Fernando Braga, sócio da TGI, ministrou, no dia 06 de abril, palestra sobre gestão pública no Seminário de Integração, Gestão e Avaliação, realizado pela Secretaria de Planejamento de Jaboatão dos Guararapes. No evento, que aconteceu no auditório do Complexo Administrativo da Secretaria, o consultor falou sobre as tendências para o futuro da gestão pública.

Com o tema “Gestão Pública Moderna: do Planejamento à Execução”, a palestra de Fernando abordou o contexto histórico da gestão pública no mundo, suas contradições, a diferença entre a gestão pública e empresarial e o planejamento e formulação de políticas públicas e estratégias.

Além disso, o consultor, que é mestre em Gestão Pública e Políticas Públicas pela Universidade de Londres, também falou sobre monitoramento e avaliação de políticas públicas para, então, desenhar o cenário de futuro para a gestão.

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Fernando Braga, sócio da TGI, é o novo membro do Instituto Braudel

O consultor e sócio da TGI Consultoria em Gestão, Fernando Braga, foi aceito como membro do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial. Associada à Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), a Instituição foi fundada em 1987, em São Paulo, e realiza pesquisas, debates e palestras sobre educação, economia e política.

A participação de Fernando nos eventos do Instituto começou em colóquios de jovens lideranças sobre o futuro das instituições brasileiras, durante o ano de 2016. Em 2017, veio o convite da Diretoria Executiva para se tornar membro e contribuir de forma mais próxima com os projetos realizados pela associação.

INSTITUTO BRAUDEL – O nome do Instituto homenageia o historiador francês Fernand Braudel, um dos fundadores da USP e membro da Escola de Annales. Seus trabalhos versaram sobre a relação entre o mercado e o desenvolvimento humano. Desta forma, a missão da associação é fomentar estudos e discussões que busquem transformações políticas, socioeconômicas e a consolidação democrática no Brasil e nos países da América Latina.

Presidido pelo embaixador Rubens Ricupero e dirigido pelo jornalista e pesquisador Norman Gall, o Instituto conta com membros como Armínio Fraga, Guilherme Leal, Eduardo Suplicy, Aloysio Nunes, Fernando Gabeira, Luiza Erundina e os pernambucanos Marcos Magalhães e Mozart Neves, ex-reitor da UFPE.  A iniciativa conta também com o apoio de fundações e empresas como o Banco Safra, Itaú e Itaú Social, Unilever, Instituto Votorantim e o jornal O Estado de São Paulo.

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Sócio da TGI fala sobre empreendedorismo em evento da Facho

O consultor e sócio da TGI, Fernando Braga, participou como palestrante, no último dia 13 de setembro, do evento Compartilha – Fórum de Gestão e Empreendedorismo promovido pela Faculdade de Ciências Humanas de Olinda – Facho.  Fernando falou sobre “Modelo mental e ferramentas para empreender”.

Durante sua apresentação, o consultor Fernando Braga pontuou oito importantes condições para que o empreendedor tenha sucesso: escolher uma atividade com a qual se identifique; buscar conhecer o mercado onde vai atuar; avaliar a própria capacidade de responder às exigências do mercado; construir diferenciais para o cliente; planejar a criação e a implantação da empresa; construir uma marca forte; trabalhar com profissionalismo e qualidade; e sistematizar o processo de monitoramento na empresa.

Além das recomendações para aumentar as chances de um empreendimento dar certo, ainda na palestra, o consultor abordou os desafios e exigências de empreender fazendo articulação com a inovação e os modelos de negócios. Também foram discutidas as características e o perfil do empreendedor.

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A importância dos relatórios de desempenho

por Fernando Braga, sócio da TGI Consultoria em Gestão

Na gestão com foco em resultados, os relatórios de desempenho têm um papel extremamente importante no alinhamento das informações e na sistemática de monitoramento.

Na gestão com foco em resultados, os relatórios de desempenho têm um papel extremamente importante no alinhamento das informações e na sistemática de monitoramento. É a partir deles que se uniformiza a linguagem para a leitura do desempenho organizacional e acompanhamento de resultados e metas.

Entretanto, relatórios não são meras formalizações dos números nem grandes cadernos em processadores de texto ou relatórios mirabolantes e quase incompreensíveis (ou compreendidos por poucos) em sistemas ou planilhas.

Um bom relatório de desempenho deve ser fácil e rapidamente entendido por todos que produzem o resultado e pelos que precisam acompanha-lo. Muitas vezes o processo de processamento pode envolver várias operações complexas, mas o produto final deve ser simples e as operações de processamento devem ser comunicadas de maneira clara, adaptando a linguagem ao público geral, para não gerar sentimentos de injustiça ou sensação de que houve inconsistência nas análises.

Outro ponto a tratar é que os relatórios de desempenho devem permitir uma leitura rápida do desempenho geral (como referência e provocação, o ideal é ver as variáveis mais importantes em uma página, no máximo). A recomendação é que se separem as análises das sínteses, ou seja, produzir um relatório mais resumido e de leitura rápida e outro com as informações completas, caso seja desejável ou solicitado o acompanhamento de alguma variável em mais detalhe.

A diferença que precisa ser feita é que relatório de desempenho não é prestação de contas.

Vale a pena ressaltar mais um ponto: a qualidade dos relatórios está relacionada com a lógica construída e a criatividade das pessoas envolvidas na elaboração de tais relatórios. Sistemas ajudam a poupar tempo na compilação, processamento e organização das informações, mas a lógica dos relatórios precisa ser discutida e desenhada sob medida para a empresa e de acordo com as variáveis de desempenho que se quer acompanhar.

O sistema é um grande aliado, mas não resolve tudo.

Para finalizar, é importante levar em consideração alguns pontos quando da leitura e interpretação de indicadores. Alguns deles apresentam sazonalidade, ou seja, apresentam altas e baixas esperadas conforme ciclos de tempo (sejam anos, meses, semanas ou dias do mês ou da semana).

Também é importante considerar a avaliação sobre as tendências dos indicadores, afinal, 20% de market share podem ser 20% estáveis, 20% com tendência de alta ou 20% com tendência sistemática de queda. E esses três “20%” geram análise e providências completamente distintas. Para isso, é importante observar o histórico e outras variáveis que possam ajudar a ler melhor a tendência do indicador em análise.

Apesar de parecer algo mais operacional ou mesmo uma questão de ordem menor, o uso consequente de relatórios de desempenho pode facilitar muito a análise e interpretação de informações estratégicas, tornando mais eficiente o processo de monitoramento do desempenho e da estratégia.

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