Médico do RICO participa de pesquisa sobre câncer de estômago

O cirurgião oncologista Dr. Mário Rino Martins, do RICO – Real Instituto de Cirurgia Oncológica, cliente da TGI, foi um dos médicos participantes de um estudo realizado no Hospital do Câncer de Pernambuco (HCP) que pode sinalizar um novo tratamento para combater o câncer de estômago, um dos tipos mais graves e com maior incidência entre os brasileiros. A pesquisa, feita com 58 pessoas, dais quais 24 eram pacientes do HCP e 34 não tinham a doença, teve duração de dois anos.

Segundo Dr. Mario Rino, os médicos utilizaram um caminho diferente para investigar a doença e buscar alternativas para o tratamento do câncer de estômago, que tem pouca eficácia, principalmente para os tumores em estágio avançado. “A grande ideia dessa pesquisa foi partir não da doença, do mecanismo da doença, e sim entender os mecanismos de defesa e tentar achar alternativas que possam estimular esse sistema a destruir as células tumorais”, afirma o cirurgião.

Para entender o sistema imunológico, os pesquisadores estudaram uma proteína presente nos linfócitos, que são as células de defesa do organismo. A proteína OX-40 apresentou os melhores resultados na ativação do sistema imunológico, e a ativação dela é um passo importante para provocar uma reação mais eficiente do organismo. O estudo comprovou que o sangue das pessoas saudáveis tem uma quantidade muito maior dessa proteína do que o sangue das pessoas doentes

“Estes resultados vão ajudar muito, porque certamente vai haver uma revolução na área médica em geral, especialmente na oncologia. A pesquisa vai ser disseminada não só para o câncer gástrico, mas para os outros tumores e vai certamente permitir mais chances de cura”, explica Dr. Mário Rino.

RICO – O Real Instituto de Cirurgia Oncológica foi criado em 2011 e tem uma equipe composta por profissionais que realizam atendimento cirúrgico personalizado em pacientes com câncer.  O consultório atua nas áreas de tumores cutâneos, do aparelho digestivo, fígado, pâncreas e ginecológicos e também é responsável por implantar a cirurgia de transplante de fígado no Hospital Português. O instituto está localizado no primeiro andar do edifício João de Deus, dentro do RHP, que fica na Avenida Governador Agamenon Magalhães, em Recife.

Clique aqui e confira a matéria veiculada pela TV Globo.

*Imagem de reprodução Rede Globo

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FRASE DA SEMANA TGI

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Não ao voto raivoso!

“Na atualidade, as democracias não terminam vitimadas por golpes de estado, como foi no passado, mas com o lento e constante enfraquecimento das instituições.”

Atribui-se a Ulisses Guimarães a afirmação de que “não se pode fazer política com o fígado”. Essa frase sempre me impressionou bastante desde que tomei conhecimento dela, muitos anos atrás. Nos dias que correm, neste período pré-eleitoral, lembrá-la me parece ainda mais necessário.

A disputa política nacional transformou-se numa verdadeira guerra de acusações e insultos que termina por comprometer a qualidade do voto e colocar em risco o próprio futuro da democracia, duramente conquistada no Brasil.

Sim, é verdade que as imperfeições do regime democrático são enormes mas não se inventou ainda coisa melhor, como bem destacou o grande Winston Churchill: “a democracia é a pior forma de governo, com exceção de todas as demais”. E no Brasil, país enorme, diverso e conflituoso, a democracia é irrecorrível. Sem ela, com o seu sistema de freios e contrapesos, nosso destino seria o caos. O problema é que, com a política sendo feita “com o fígado” e o consequente voto raivoso, a democracia sofre e pode sucumbir.

Não por acaso, foi recentemente lançado e está sendo bastante discutido no Brasil o livro Como as Democracias Morrem dos pesquisadores da Universidade de Harvard, Steven Levitsky e Daniel Ziblatt. O livro mostra que, na atualidade, as democracias não terminam vitimadas por golpes de estado, como foi no passado, mas com o “lento e constante enfraquecimento das instituições”. Enfraquecimento este substancialmente ajudado pelo voto raivoso.

É perfeitamente compreensível que o eleitor brasileiro se sinta traído pela classe política em face dos desmantelos administrativos, da crise política, da crise ética, da crise econômica… Todavia, o fígado e a raiva são péssimos conselheiros quando se está buscando, de forma responsável, colocar as coisas nos eixos novamente como o País, e todos nós, merecemos e precisamos.

Tenho 40 anos “de janela” observando a vida política nacional (há mais de 30 anos de forma profissional na consultoria) e todas as vezes em que vi prevalescer o fígado na politíca e o voto raivoso sendo colocado na urna, o resultado foi simplesmente trágico. Por isso, faço daqui meu humilde apelo: na hora de votar evitemos a raiva e pensemos qual candidato pode, de fato, contribuir para a resolução dos problemas e para a preservação da democracia. Fora disso, infelizmente, continuaremos mirando perigosamente o abismo.

*Artigo publicado na edição 150 da revista Algomais (www.algomais.com)

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Sócios da TGI lançam livro sobre o Imip

Os consultores e sócios da TGI, Fernando Braga e Ricardo de Almeida, lançaram, no dia 18 de setembro, o livro “O Imip e a Crise – Êxitos e Desafios”, publicação que teve como objetivo documentar como o instituto está superando a atual recessão econômica brasileira. O livro é dividido em cinco partes que descrevem a mobilização, o plano de contingenciamento de gastos, os programas de aperfeiçoamento da gestão, um relato das realizações do período e um resumo das lições aprendidas pelo Imip.

“Enfrentamos a maior crise que o país viveu. Evidentemente o Imip foi afetado e teve que tomar medidas de ajustes na gestão para assegurar a travessia nesse período. Estamos juntos desde 1999 prestando consultoria à instituição e consideramos pertinente documentar o trabalho que está sendo realizado nesse período, deixando uma lição importante para a gestão da saúde pública”, afirma o consultor Ricardo de Almeida.

De acordo com os autores, a crise está representando um período de fortalecimento para o Imip. Neste sentido, a publicação relata que o trabalho da gestão, participativa e transparente, está conduzindo a instituição para um aperfeiçoamento da prática do acompanhamento de indicadores financeiros e operacionais. Além disso, o livro registra o amadurecimento e a integração dos gestores nesse período de mudanças, em que é necessário expor dificuldades, tratar conflitos, propor e implantar inovações.

BAIRROS – Na mesma data, Francisco Cunha, consultor e sócio da TGI, lançou o livro “Lei dos 12 Bairros”, editado pela Companhia Editora de Pernambuco – Cepe e do qual é coautor, em conjunto com Norma Lacerda, Luiz Helvécio de Santiago e Paulo Reynaldo Maia.

Com prefácio da economista Tânia Bacelar, o livro trata da legislação que há 17 anos limitou a altura dos prédios em áreas de classe média já saturadas, fazendo uma análise dos resultados urbanísticos e as mudanças promovidas nesses locais. A publicação se divide em quatro capítulos principais: a dinâmica espacial imobiliária; o conjunto urbano de Casa Forte; a Lei dos 12 Bairros; e a ampliação da urbanidade para outras áreas do Recife.

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INTG encerra 21ª turma do Programa de Desenvolvimento Gerencial

Em parceria com a TGI, o Instituto da Gestão (INTG) encerrou, em agosto, a 21ª turma do Programa de Desenvolvimento Gerencial (DG), voltado para empresários, dirigentes e gerentes. O curso, que teve duração de seis meses divididos em 12 módulos e encontros quinzenais, contou com 16 participantes, entre empresários e gestores das áreas de saúde, educação, varejo, concessionárias de automóveis, entre outras.

O curso contou com a coordenação executiva de Andréa Carvalho, psicóloga e consultora em desenvolvimento gerencial e gestão de recursos humanos; e de Fernando Braga, engenheiro eletrônico e consultor em estratégia, estruturação de novos negócios, gestão pública e desenvolvimento de lideranças. A coordenação técnica ficou sob a responsabilidade de Cármen Cardoso, psicanalista e consultora em gestão estratégica, governança e colegiados, e Francisco Cunha, arquiteto, consultor em estruturação organizacional e estratégia empresarial. Todos são consultores e sócios da TGI.

O Programa de Desenvolvimento Gerencial (DG) tem como principal objetivo criar uma visão mais estratégica da liderança e do papel gerencial, ajudando o gestor a ter maior domínio das ferramentas essenciais para gestão e desenvolvimento da equipe, a melhorar o gerenciamento de conflitos e das mudanças, tornando-o apto a promover uma maior capacidade de engajamento e mobilização dos seus liderados, ao mesmo tempo em que trabalha o autoconhecimento e a autocrítica.

A próxima turma do Programa de Desenvolvimento Gerencial (DG) tem previsão de início para março de 2019. Os interessados em participar podem obter mais informações pelo telefone (81) 3134.1745 ou através do e-mail intg@intg.org.br.

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