FRASE DA SEMANA TGI

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Pousada Quatro Estações reinaugura após ampla reforma

A Pousada Quatro Estações, cliente TGI, acaba de reabrir suas portas após uma grande reforma. Localizado na praia de Porto de Galinhas, a 150 metros das piscinas naturais e a 300 metros do centro da vila, o espaço ganhou uma nova roupagem para oferecer aos hóspedes uma experiência ainda mais completa de conforto, lazer, qualidade no atendimento e custo-benefício.

Segundo Daniel Portela, sócio da Pousada Quatro Estações, uma das prioridades da reforma foi repaginar os antigos quartos para deixá-los mais confortáveis e modernos. A quantidade de acomodações também foi ampliada. “Investimentos em uma reformulação completa e contamos agora, além dos novos quartos, com uma nova área externa, ainda mais bonita, o café da manhã ganhou um novo espaço, com vista para a piscina, e o bar também foi totalmente reformado”, explica Portela.

O cardápio da pousada também passou por reformulações, com a consultoria da Sofit Gourmet Saudável, e traz opções para todos os gostos. “Além disso, estamos investindo na melhoria do nosso sistema de gestão e contamos com o apoio fundamental da TGI neste processo. Nossa expectativa para este novo momento da Pousada Quatro Estações é aumentar entre 15% e 20% nossa taxa de ocupação anual”, finaliza Daniel.

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Sócio da TGI ministra palestra no Fórum Disnove

O consultor e sócio da TGI, Fábio Menezes, ministrou uma palestra no Fórum Disnove 2018.1, na unidade da empresa no bairro do Arruda. O evento reuniu diretoria e funcionários da Disnove e, na ocasião, Fábio falou sobre a conjuntura política e econômica do Brasil.

Na palestra, o consultor falou sobre a recuperação da economia diante de um cenário político incerto. “No que diz respeito à renda per capita, as projeções indicam que somente em 2020 vamos recuperar o patamar alcançado em 2010. Considerando o histórico brasileiro, estamos com uma taxa de juros e uma inflação oficial baixa, mas o desemprego continua ainda muito alto”, destacou Fábio.

Para ele, participar do evento foi importante para fomentar a discussão sobre a situação do país, principalmente no período de eleições. “O país está passando por um momento delicado e promover discussões sobre o tema é muito importante. Quanto mais debates com informações claras, melhor”, afirma.

Luciana Kriese, gerente de relacionamento da Disnove, comemorou o resultado do evento e a importância da fala de Fábio. “A palestra foi formidável e nos deu uma visão geral das perspectivas político-econômicas para o Brasil no segundo semestre de 2018”, disse Kriese.

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O WhatsApp e o mito dos grupos autogeridos

“Por conta da ampla disponibilidade dos recursos eletrônicos e, em especial, pela emergência da chamada economia do compartilhamento a ideia da autogestão voltou com força.”

Muitos dos conceitos relacionados à gestão organizacional têm uma vida cíclica e entram e saem de moda, de épocas em épocas, geralmente com uma nomenclatura diferente ou ajustada a cada rodada. A ideia de que os grupos ou equipes de trabalho podem prescindir de gerenciamento ou coordenação é um desses conceitos que vão e voltam ao longo do tempo.

Recentemente, por conta da ampla disponibilidade dos recursos eletrônicos e, em especial, pela emergência da chamada economia do compartilhamento (que alguns chamam de “uberização” da economia), a ideia da autogestão voltou com força. Justifica-se mais ou menos assim: pessoas competentes, responsáveis, geralmente trabalhando à distância, não precisam de ninguém para lhes dizer como proceder, podem se resolver sozinhas, usando a cooperação e o bom senso para isso.

Embora cooperação e bom senso sejam indispensáveis ao trabalho em equipe, a experiência do dia a dia lidando com a questão (que, no meu caso, já vai pra lá de 30 anos), mostra que, infelizmente, não são suficientes para garantir o cumprimento dos objetivos a que os grupos e as equipes de trabalho se propõem, cada um de per si.

Para que se tenha uma ideia disso, basta verificar o que acontece, guardadas as devidas proporções, com os onipresentes grupos de WhatsApp que são diferentes dos grupos de trabalho mas têm em comum um objetivo, uma razão de ser, ainda que uns mais, outros menos explícitos, geralmente menos. As experiências de autogestão dos grupos do aplicativo não raro são desastrosas… Postagens desfocadas, ofensivas, piegas, violentas… Amizades revisitadas e logo desfeitas… Relações familiares abaladas…

Tudo por falta de objetivos e regras definidas, ainda que mínimas, e explicitadas. Além disso, carecem da imprescindível coordenação (que nos grupos de trabalho são comumente mais denominados de “gerenciamento”) para fazer valer as regras, realizar a mediação dos inevitáveis conflitos e, principalmente, colocar em prática o sistema de consequências pelo descumprimento dos acordos. Até, em último caso, desligando o recalcitrante do grupo para sustentar e manter a continuidade do propósito estabelecido.

Pois é!, infelizmente, grupos de trabalho autogeridos, só existem como raríssimas exceções que apenas confirmam a regra.

*Artigo publicado na edição 148 da revista Algomais (www.algomais.com)

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