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Termômetro ÁgilisRH: de olho no aquecimento da concorrência

Uma das maiores preocupações dos jovens em início de carreira é com o mercado em que vão atuar. Se, por um lado, a inserção preocupa os jovens profissionais; por outro, a captação preocupa as empresas. As empresas também estão de olho no mercado e com uma série de desafios nesse sentido. É o que mostra a sondagem Termômetro ÁgilisRH. Vale a pena conhecer melhor o que preocupa as empresas e tomar alguns cuidados ao escolher uma delas para iniciar sua carreira.

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Formação é tendência

O tema da quinta edição da sondagem Termômetro ÁgilisRH foi a percepção dos gestores sobre a formação de jovens profissionais.

Os dados mostram algumas das novas tendências de gestão de RH, e uma das mais significativas é que todas as empresas entrevistadas declararam que desenvolver e promover tem se mostrado uma prática mais eficiente do que buscar profissionais prontos no mercado, e o maior ganho tem sido melhor qualificação e manutenção da equipe por mais tempo. Não é por acaso que a maioria das empresas pesquisadas está investindo em algum tipo de programa de formação para profissionais que estão entrando no mercado de trabalho.

Para o jovem, o mais importante é compreender que empresas que investem em programas de formação têm planos de longo prazo para os novos profissionais e estarão mais propensas a investir na sua qualificação. Assim, quando estiverem buscando suas primeiras oportunidades, os novos profissionais devem observar se a empresa oferece algum tipo de programa de formação e quais as possibilidades de carreira, e não pensar apenas na remuneração.

Às vezes, abrir mão de uma remuneração inicial alta e pensar no retorno a médio e longo prazos pode ser a melhor estratégia de carreira. A perspectiva de crescimento e os desafios são fatores importantes a serem considerados na hora da escolha. E o retorno financeiro chegará — em alguns casos, melhor do que nas oportunidades cujo salário inicial era alto.

Na próxima edição, veremos que aspectos são importantes depois que o jovem profissional já está incorporado a um programa de formação.

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Termômetro ÁgilisRH traça panorama sobre remuneração variável

Na edição anterior da Conexão Profissional, falamos sobre como a remuneração variável pode impactar a escolha de quem está iniciando a carreira e citamos como fonte o Termômetro ÁgilisRH, agora na sua quarta edição. São dados a que jovens profissionais devem estar atentos, pois apontam as tendências do mercado.

A nova sondagem da ÁgilisRH, realizada com 146 sócios, gestores, profissionais e gerentes de RH de empresas privadas e públicas de Pernambuco, procurou traçar um panorama de quando, onde e como a remuneração variável tem sido usada.

Os principais resultados apontam, em primeiro lugar, que a maioria das empresas adota algum modelo de remuneração estratégica, baseada em metas e desempenho. Das empresas consultadas, cerca de 38% utilizam esse tipo de política salarial para toda a equipe; e 30%, apenas para gestores. Entretanto, quase um terço das instituições ainda se limita a pagar apenas salário mais um pacote de benefícios.

Em segundo lugar, constatou-se que, para os entrevistados, o maior ganho da remuneração variável é a retenção e o comprometimento dos profissionais (28%) ou a satisfação deles (26,3%). Portanto, as empresas estão percebendo que essa estratégia é uma maneira eficaz de lidar com a alta rotatividade no mercado agora que a economia pernambucana está aquecida e falta mão de obra qualificada.

Um terceiro ponto a destacar é a forma como essa estratégia se dá: em somente um quarto das organizações, a avaliação de desempenho dos profissionais é o fator determinante na remuneração variável. No restante delas, está atrelada ao resultado das áreas (40%) ou ao resultado geral da organização (33%). Este é um dado preocupante, já que critérios de remuneração que não consideram também a avaliação individual podem desencadear um sentimento de injustiça entre os empregados, principalmente quando os critérios de distribuição não são claros ou não consideram os desempenhos desses profissionais para a consecução das metas.

Por fim, o Termômetro ÁgilisRH constatou que um pacote de benefícios atraente (31%) e um salário compatível com o mercado (30%) são as principais reivindicações dos profissionais no setor privado.

De modo geral, os dados da sondagem apontam que a maior parte das empresas está no caminho certo, mas precisam aperfeiçoar as políticas de remuneração para obter resultados melhores, especialmente ferramentas como as avaliações de desempenho, que podem ser mais justas, transparentes e eficazes. É preciso, entretanto, que o profissional considere não apenas a remuneração na escolha por uma oportunidade, mas também outras práticas de gestão de pessoas.

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Os jovens profissionais e a remuneração

A grande tendência entre os jovens profissionais ou os que estão se preparando para o mercado de trabalho é pensarem com imediatismo quando o assunto é remuneração. Cada vez mais, eles estão avaliando e levando em consideração não só as melhores oportunidades para a carreira, mas a rapidez no retorno financeiro.

Empresas cujos programas de estágio e trainee oferecem salário e bolsa-auxílio maiores costumam ser as mais procuradas por quem se inicia na vida profissional. Os jovens que fazem essa opção devem estar atentos para o fato de que a maior parte dessas organizações que pagam acima da média, muitas vezes, mantém essa remuneração inicial até o final do programa.

Na ânsia de ter uma posição financeira mais atrativa já no início da carreira, eles esquecem outras condições fundamentais: (a) desenvolvimento de carreira; (b) clima organizacional; (c) cuidado com o gerenciamento de seu processo de desenvolvimento; (d) política de remuneração variável, que pode impactar no médio e longo prazos. Esta última é uma prática que valoriza o desempenho tanto da organização (resultados) quanto dos profissionais (metas).

Quando bem aproveitada pelo jovem profissional e pela empresa, a remuneração variável tende a ser mais vantajosa que a remuneração inicialmente melhor. Sendo assim, nem sempre é mais acertado aceitar a oferta da instituição que logo de cara paga mais, mas considerar também a proposta das que investem no desenvolvimento individual e da equipe — inclusive financeiramente.

De acordo com a última edição do Termômetro ÁgilisRH, uma sondagem realizada pela ÁgilisRH em diversas organizações públicas e privadas em Pernambuco, devido ao apagão de mão de obra qualificada, as empresas estão ficando mais atentas à importância de recompensar os bons profissionais para reter esses talentos. Portanto, não há necessidade de tanta ansiedade por retorno econômico logo de início. O mais interessante é, desde o começo, procurar as oportunidades que se tornem investimento para a carreira. Isso, sim, certamente fará diferença na remuneração no futuro.

Ter feedback positivo e compensação financeira do bom desempenho é algo estimulante para todo profissional, principalmente os jovens. É nesse princípio que se baseia a meritocracia, que pode ser bastante vantajosa também para as organizações, impulsionando a produção desde as esferas individuais, passando pelos grupos menores, até a corporativa.

Esses e outros aspectos da remuneração variável, você poderá acompanhar na próxima Conexão Profissional, que analisará os resultados da quarta edição do Termômetro ÁgilisRH.

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