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Sócio da TGI e da Revista Algomais ministra palestra em evento para empresários de Petrolina

O consultor Tiago Siqueira, sócio da TGI e da Revista Algomais, foi um dos palestrantes do Petrolina Law & Business Day, evento que reuniu empresários da cidade pernambucana com o objetivo de debater as perspectivas empresariais para 2019. Promovido pelo escritório BVP – Berardo, Vasconcellos & Pontes Advogados, com apoio da Fiepe, da Revista Algomais e da TGI, o encontro aconteceu no dia 19 de fevereiro, no Hotel Nobile, em Petrolina.

Com palestras que abordaram os impactos das mudanças nas empresas, a terceirização de atividade fim e as oportunidades à luz da nova jurisprudência em matéria tributária, o Petrolina Law & Business Day buscou munir o empresariado da região com alternativas jurídicas e de gestão para melhorar o desempenho de suas empresas. “Pensamos nesse evento como uma forma de inserir o importante setor produtivo e empresarial de Petrolina nas discussões acerca dessas positivas alterações econômicas, legislativas e jurisprudências que se apresentam”, explicou o advogado André Berardo, sócio da BVP Advogados.

Em sua apresentação, Tiago Siqueira, sócio da TGI, falou sobre o tema “Impactos das mudanças nas empresas e nas pessoas”, contextualizando os dois mais recentes e importantes processos de mudança que o mercado vem passando: o momento político-econômico que o Brasil está vivendo e a nova era do mundo digital, chamada de “quarta revolução industrial”. Segundo o consultor, o país passou por uma crise muito grave, com grande aumento no número de desempregados, o que modificou os hábitos da população, refletindo também no desempenho do mercado.  “Porém, há sinais de otimismo por parte dos empresários. Isso já é o primeiro passo para a retomada da economia”, afirmou.

Para além da crise, outro fator que anda mexendo muito com o mercado é a evolução do mundo digital. “O comportamento do consumidor está sendo modificado de várias formas. Um desses comportamentos se chama ‘economia do compartilhamento’, onde o acesso às coisas passa a ser mais importantes do que a posse delas. Exemplos disso são as plataformas de compartilhamento como AirBnb e Uber, os aplicativos de streaming como Netflix e Spotify, entre outras”. Para o consultor, as empresas que não buscarem se adaptar a este novo cenário, serão mais afetadas e ficarão para trás.

Por isso, a palavra de ordem para o mercado, diante de tantas mudanças, é investir em um planejamento estratégico, de curto a longo prazo, para que se tenha uma perspectiva mais clara dos desafios que estão por vir.

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Francisco Cunha fala sobre as perspectivas para o Brasil, Pernambuco e Recife na Aula Magna da Faculdade Damas

O consultor e sócio da TGI, Francisco Cunha, foi o palestrante da Aula Magna da Faculdade Damas, realizada no último dia 13 de fevereiro, no Teatro Madre Chantal. Francisco se apresentou para os alunos de todos os cursos de graduação da instituição de ensino e falou sobre o tema “O que esperar do futuro em 2019: perspectivas para o mundo, o Brasil, Pernambuco e o Recife”.

Em sua apresentação, Francisco Cunha falou sobre o atual governo brasileiro, afirmando que o presidente Jair Bolsonaro foi eleito com um “talão de cheques em branco” e que seu sucesso vai depender da retomada consistente da economia. Para isso, precisará sinalizar de maneira firme que vai conseguir equacionar o grave problema fiscal do setor público brasileiro.

“Do ponto de vista econômico, o grande obstáculo a ser removido pelo novo governo é a Reforma da Previdência. Se ela for crível, abre-se uma avenida de boas possibilidades para o país. Se não, os problemas vão se avolumar e o governo perderá sustentação”, afirmou. Sobre Pernambuco, o consultor apontou que o Estado é um dos poucos que apresenta indicadores fiscais menos dramáticos e que a amenização da crise que afeta todos os entes federados vai depender, em boa medida, justamente do êxito da Reforma da Previdência.

Para o Recife, o consultor frisou que, nesse ano, quando a cidade realiza a revisão do seu Plano Diretor, observa-se a evolução de uma série de discussões que já vinham sendo feitas pela sociedade. Uma dessas discussões ocorre desde 2012 mobilizada pelo movimento do Observatório do Recife (ODR) por intermédio do projeto chamado “O Recife Que Precisamos”, inspirado, dentre outras referências, nas mudanças acontecidas nas cidades colombianas de Bogotá e Medelín.

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INTG e TGI inscrevem para nova edição do curso Oficinas de Gestão

O Instituto da Gestão (INTG), em parceria com a TGI, está com inscrições abertas para a edição 2019 das Oficinas de Gestão, voltado para gestores de equipes operacionais, como supervisores, coordenadores e encarregados, que pretendem aperfeiçoar o exercício da liderança. O curso terá duração de 40 horas com aulas entre março e dezembro de 2019.

Dividido em duas etapas, o conteúdo abordará os princípios e as ferramentas da gestão, articulando a teoria com o cotidiano dos gestores. Nas oficinas, além da análise e compreensão das situações do dia a dia, os participantes também discutirão alternativas para a melhoria da gestão, como delegar, monitorar e desenvolver equipes, como administrar o tempo e a importância da prática do feedback e da inteligência emocional.

A coordenação do curso Oficinas de Gestão é de Carolina Holanda, psicóloga e consultora especializada em desenvolvimento gerencial de equipes e gestão de recursos humanos e de Georgina Santos, administradora e consultora em gestão de recursos humanos, desenvolvimento de equipes, gestão colegiada e formação de sucessores e herdeiros. As consultoras são sócias da TGI.

As aulas acontecerão na sede do INTG, localizada no bairro do Espinheiro. Mais informações sobre inscrições e valores pelo site www.oficinas2019.intg.org.br ou pelo telefone (81) 3134.1745.

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Revitalização do Largo do Holandês é entregue à população

O consultor, sócio da TGI e integrante do IAHGP (Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano), Francisco Cunha, assinou o texto inserido na placa comemorativa instalada no Largo do Holandês, localizado entre as ruas Samuel Lins (continuação da Rua da Harmonia) com a Flor de Santana, na confluência dos bairros de Casa Forte e Parnamirim. A peça, que faz parte do projeto História nas Paredes, traz mais detalhes sobre o local, que fica às margens do Riacho Parnamirim e foi utilizado pelos holandeses como rota de ataques durante a Batalha de Casa Forte, em 1645. Antes utilizado como lixão, o Largo do Holandês foi requalificado pela Prefeitura do Recife e entregue à população no dia 09 de fevereiro.

A requalificação foi conquistada a partir da mobilização do grupo Casa Forte Mais Segura, formado por moradores e amigos do bairro, que buscam mais segurança para a localidade. Assim, o Largo do Holandês passou por limpeza, ganhou um jardim, nova pintura e iluminação e um espaço de convivência para a população. O prefeito Geraldo Julio fez a entrega oficial da área, ressaltando a integração entre governo e sociedade civil para tornar a cidade mais inclusiva.

A ação fez parte do projeto “Recife dos Encontros”, promovida pela Secretaria Executiva de Inovação Urbana do Recife, Emlurb e moradores, grupos e organizações na ativação de espaços públicos e vazios urbanos da cidade com o intuito de requalificá-los ou ressignificá-los. O projeto também reforça iniciativas que já aconteciam antes mesmo do poder público atuar, como a Horta Urbana de Casa Amarela e o Jardim Secreto no Poço da Panela, consolidando o protagonismo do cidadão, a convivência e o encontro entre as pessoas como política pública.

Confira na íntegra o texto inserido na placa comemorativa do Largo do Holandês:

“Segundo o sociólogo Gilberto Freyre, em seu livro Assombrações do Recife Velho, ‘mal-assombradas ficaram as terras entre Casa Forte e o Arraial: todo um sítio onde é tradição ter aparecido durante anos a figura de um guerreiro ruivo trajado de veludo e de ouro, cabelo longo e louro como de mulher, lança em riste, cavalo a galope. Dizia-se que era o fantasma de um general holandês que caíra morto na batalha de Casa Forte (1645)’. Com base nesta citação, os integrantes do grupo Casa Forte mais Segura, quando da ação de requalificação do local adjacente ao Riacho Parnamirim, na confluência da Rua da Harmonia com a Rua Dr. Samuel Lins, transformado que estava em depósito de lixo, em junho de 2018 resolveu sugerir ao vereador Jayme Asfora que propusesse Projeto de Lei denominando o local de Largo do Holandês. Aprovado o Projeto na Câmara Municipal do Recife e sancionado pelo prefeito Geraldo Júlio, passou o local a oficialmente chamar-se assim” – (Francisco Cunha, da TGI e do IAHGP).

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SAFE Suporte à Vida inaugura nova sede

A SAFE Suporte à Vida, cliente TGI, inaugurou, em janeiro, sua nova sede no bairro do Bongi, Zona Oeste do Recife. A nova estrutura possui 1.600 m² de área total. Para comemorar, a empresa realizou uma cerimônia de inauguração, com confraternização que contou com a presença de todos os seus 75 colaboradores que são lotados nos sete estados da região entre Alagoas e Maranhão.

Na nova estrutura, todas as operações da empresa ficam integradas no mesmo local e a SAFE ainda passa a contar com um showroom de produtos e sala de treinamentos. “Também investimos em energia solar, horta orgânica e reaproveitamento de água da chuva”, afirma André Camello, diretor comercial da empresa. A nova sede começou a ser construída em 2017.

“Desde 2008, tínhamos uma estrutura própria. Com o nosso crescimento, esse imóvel não suportava mais a operação e precisávamos de mais espaço. As estruturas de assistência técnica e estoque ficavam em dois locais diferentes, enquanto o antigo imóvel abrigava comercial e administrativo. Em 2016, adquirimos este terreno no Bongi e começamos a levantar esse prédio”, relembra o diretor.

Para ele, a nova sede vem para contribuir com a integração do time de colaboradores. “Antes, atuávamos em estruturas separadas e agora concentramos tudo no mesmo espaço físico. Com isso, ganhamos em integração da equipe e na tomada de decisões, além de termos aumentado nossa capacidade de armazenagem em seis vezes”, comemora.

Para 2019, a SAFE Suporte à Vida espera obter um crescimento de 20% no faturamento e realizar mudanças no seu sistema de gestão. “Estamos em processo de transição do sistema ERP/CRM para o SAP, solução reconhecida mundialmente. Até abril, esse novo sistema já estará implantado”, conta André. Ações sociais também constam no planejamento da empresa. “Estamos planejando um mutirão para ultrassonografia e um centro de tratamento de feridas para a comunidade local do Bongi e entornos da nossa nova sede”, completa.

A SAFE iniciou suas atividades em fevereiro de 2007. Atua com importação, vendas e assistência técnica de equipamentos médicos para UTI, Centro Cirúrgico e diagnóstico por imagem. A missão da empresa é proporcionar, para hospitais e clínicas do Nordeste, os mesmos produtos e equipamentos dos melhores polos médicos mundiais.

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