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VALOR DA CULTURA ORGANIZACIONAL

Na correria do cotidiano, muitas vezes não percebemos, mas empresas e instituições influenciam nosso modo de pensar, agir e sentir através da chamada cultura organizacional. Essa cultura expressa os comportamentos esperados ou desejáveis de cada profissional, e todos, sem exceção, precisam estar atentos a ela.

A própria história da organização produz significados e estabelece valores e referenciais que constituem o seu modo de ser. Ao se identificar com esses valores e sentidos, todo profissional se sente muito mais realizado.

Dessa forma, o gestor precisa disseminar a cultura organizacional e procurar alinhar sua equipe a ela. Não importa a hierarquia: todos os profissionais devem compartilhar os valores e ideais de uma empresa — e essa identificação faz com que se engajem para alcançar metas e resultados.

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NASCEMOS LÍDERES OU NOS TORNAMOS?

O exercício da liderança requer dos gestores competências que vão além do talento gerencial. Um líder também precisa utilizar seu estilo pessoal e participar por inteiro do processo, habilidades que, em geral, são desenvolvidas durante a carreira.

O líder não é apenas o gestor que planeja e organiza tarefas de modo mecanicista, mas é alguém que se envolve com o trabalho das equipes e tem responsabilidade. Embora haja profissionais que consigam mobilizar as pessoas de maneira mais fácil, a formação de um líder necessita de aprendizado e observação.

A concepção de que a liderança é uma qualidade natural é equivocada. Ela pode e precisa ser desenvolvida, e esse desenvolvimento envolve teoria, prática e reflexão.

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POR UM GESTOR MAIS FELIZ

Segundo pesquisa publicada na revista Harvard Business Review, o cargo de gerente é o que possui o maior número de profissionais infelizes. A responsabilidade de cumprir projetos que não escolheram e a necessidade de atingir metas agressivas foram apontadas como as principais causas desse quadro.

Para quem busca realizar-se numa gerência, não basta apenas identificação com a função. Espera-se que tenha aptidão para desenvolver e motivar equipes, liderando pessoas, e especialmente capacidade de coordenação com foco na produção de resultados.

Do lado das empresas, contar com um gestor insatisfeito é um risco: sua desmotivação pode se propagar entre os subordinados. Cabe-lhes o desafio de encontrar e formar um profissional com perfil adequado, capaz de se tornar um verdadeiro — e satisfeito — agente de mudanças.

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“PRESSIONAR” É PRECISO

Em um contexto de desaquecimento econômico, a pressão por resultados tende a aumentar. Um erro comum, no entanto, é desconsiderar que esses resultados estão diretamente ligados aos profissionais da companhia.

Não adianta buscar heróis ou algozes: a economia desacelerada exige um pouco mais de atenção e esforço das empresas e, por extensão, dos seus profissionais. É preciso, portanto, saber como “pressionar” a equipe de maneira correta, ética e responsável. Fugir desse comprometimento pode acarretar prejuízos, como a baixa na produtividade e a fragilização da imagem da organização.

Nesse sentido, faz-se necessário estimular a participação efetiva e o trabalho comprometido com a empresa, sempre visando qualidade do trabalho, bem-estar do profissional e resultados satisfatórios.

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SANTO DE CASA TAMBÉM FAZ MILAGRE

Por acreditarem que “santo de casa não faz milagre”, algumas empresas contratam consultorias para resolverem problemas internos. Em muitos casos, os consultores chegam à mesma solução que o gerente, porém a opinião de quem está de fora acaba ganhando maior peso.

É interessante que os gerentes investiguem por que não estão sendo ouvidos. Em geral, a dificuldade não está relacionada à falta de conhecimentos técnicos, mas a falhas na exposição das soluções. Esse profissional deve ser assertivo e formular estratégias para conseguir adesão às suas ideias.

A visão de alguém de fora é válida, mas a de quem vivencia o processo é essencial. É necessário que o gerente se posicione e reflita sobre a forma como se expõe.