Agenda 2019 discute as Pessoas, a Cidade e o Futuro

Após as eleições gerais de 2018, o que acontecerá com o Mundo, o Brasil, Pernambuco e o Recife? Essa foi uma das questões respondidas pelo consultor e sócio da TGI, Francisco Cunha, durante o evento Agenda 2019, promovido pela TGI Consultoria e pela Revista Algomais na última segunda-feira (26), no Teatro RioMar. Em sua 20ª edição, a Agenda 2019 trouxe como tema central As Pessoas, a Cidade e o Futuro e contou, também, com as palestras do arquiteto Thiago Monteiro, da Haut Incorporadora Design, e do jornalista e futurista profissional, Jacques Barcia, com uma análise para os próximos dez anos.

Confira os pontos principais da palestra de Francisco Cunha:

Mundo

No cenário internacional, destaca-se a estratégia da China de avanço geopolítico progressivo, a partir da Ásia, em direção à Europa e à África, no âmbito do ambicioso projeto da nova Rota da Seda.  A China segue na tentativa de obter hegemonia econômica regional e, com isso, fortalecer-se para se transformar na primeira potência mundial da próxima década.

Os Estados Unidos, por sua vez, sem política de integração americana, como consequência da política crescentemente nacionalista adotada pelo governo Trump, enfrentam um movimento inusitado de imigração de países da América Central em direção ao seu território, com refugiados de Honduras, El Salvador e Guatemala.

Brasil

No Brasil, ocorreu nas eleições de 2018 um fenômeno político incomum com a vitória de Jair Bolsonaro à Presidência. Bolsonaro aparece como uma espécie de segunda “cria” das jornadas de 2013, tendo sido o Impeachment da ex-presidente Dilma Roussef a primeira consequência política de todo um movimento que se transformou em uma espécie de Tsunami e, praticamente, destruiu o sistema partidário construído a partir da Constituição de 1988 e do Plano Real.

A tendência é que o futuro governo fique condicionado ao sucesso da economia, que, por sua vez, se condiciona à sua capacidade de realizar as reformas necessárias ao equacionamento do problema fiscal, em especial a da Previdência. Se não obtiver sucesso e a economia não reagir a tempo, logo aparecerão as dificuldades de desempenho e de governabilidade.

Pernambuco

Diante da crise fiscal que de frente diversos estados, Pernambuco é um dos poucos que apresenta indicadores fiscais menos dramáticos. A amenização desta crise que afeta todos os entes federados vai depender, em boa medida, do êxito da reforma da Previdência conduzida pelo novo governo federal brasileiro.

Recife

Esse ano, quando o Recife realiza a revisão do seu Plano Diretor, observa-se a evolução de uma série de discussões que já vinham sendo feitas pela sociedade. Uma dessas discussões ocorre desde 2012 mobilizada pelo movimento do Observatório do Recife (ODR) por intermédio do projeto chamado O Recife que Precisamos, inspirado, dentre outras referências, nas mudanças acontecidas nas cidades colombianas de Bogotá e Medelín. Em 2018, o ODR comemora 10 anos com importantes contribuições pra o Recife que se desdobram, entre outras, nos projetos Recife 500 Anos e Parque Capibaribe.

Acesse os conteúdos completos das palestras de Francisco Cunha, Thiago Monteiro e Jacques Barcia nos links abaixo:

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