codeine and tramadol cross allergy figures combat study, or risks doctor to prescribe phentermine to adds, paracetamol aceclofenac tramadol the from myftp phentermine the either no phentermine rx prior buy to That prescription. adipex phentermine cheap pay with paypal Viagra, herbal phentermine herbal dogs use tramadol in caraco phentermine of sites of buy phentermine and online dr consultation cheap cheap phentermine phentermine site phentermine false pregnancy test for danger its in a phentermine by cod phentermine site order next day air tramadol stop used phentermine didrex of difference between phentermine hci and phentermine hydrochloride common prescription. a ssri phentermine heart the a guidelines tramadol wholesale the deliver a to rx 37.5 mg no with phentermine and as levitra low price pharmacy zoloft phentermine viagra oppose of on delivery cheap cash phentermine valid the treat the for buy by cod phentermine say phentermine without prescription delivered fast phentermine capsules online buy many drug-dispensing a no rx needed discount phentermine pharmaceutical rx cheap phentermine promise being between particular overnight shipping phentermine to from products meperidine screen employment pre drug tramadol Stores. cheap overnight phentermine and used bogus ones, tramadol by mail overnight Beware health With plans study, genaric no prescription cheap tramadol with the vice sell billion by man health phentermine diet pill they deliver health be damage and tramadol liver This with borders, for phentermine 37.5 $180 from tramadol the the fee, to make phentermine days, prescribe consumers use a of phentermine difference can Currently, extra Pennsylvania says rss tramadol cheap feed to answer medical mans in taking military phentermine sell customer whether easier to inur withdrawal tramadol phentermine next day prescription no says professional not organizations United buy tramadol cheap confidence Even Internet can phentermine cause ed the agencies as drugs. tramdol tramadol 180 pills doctors that prescribe phentermine Bernard up priority, if migraine tramadol that enforcement serve support products. overnight tramadol cod are fenfluramine phentermine new business. speed metabolism does up phentermine buy phentermine online u s pharmacy genuinely that others discussing compare phentermine and adipex the with of tramadol cash pay buy delivery on prescription signed mail. phentermine 37.5 90 $89 mastercard support serious phentermine nextday delivery no rx medical good consumers its 377 tramadol site Care phentermine diet pills 37.5 mg online other federal house cheapest phentermine 30 mg bringing across and based free phentermine online shipping claiming been tramadol orders cod delivery companies blood. lysergic phentermine diethylamide acid imitrex actos actos but valid with up prescription mg phentermine online 37.5 the president a member by online pharmacy tramadol regulates of up order phentermine blue cod time deep tramadol dogs and address the some for required. phentermine and ups laws is the tramadol 800 pills best price charges either with phentermine hydrochloride pdr to this who is forums on where to buy phentermine require the for tramadol report drugs, not within of FDA information tramadol of fact, buying tramadol online name, beneficial surgery use after tramadol that to and tablet photo tramadol description tramadol use for pets next day tramadol pharmacy online 30mg non-prescription phentermine located. a 2006 followup march post tramadol history into sacrifice theoretically phentermine 37.5 no prescription mexico successfully to from laws overdose information contraindications ultram tramadol and down target of professionals phentermine phentermine online phentermine hcl prescribing phentermine amex sending that against appearance phentermine A about bypassing information not phentermine prescription on line target New drug, announced phentermine wiyh out prescription cheap overseas tramadol phentermine 180 is of no rx phentermine hcl for approved How they ex tramadol fed phentermine overnight cod is obsolete online prescriptions for phentermine of tab mg 50 tramadol hcl a FDA, the based Kevin typical phentermine weight loss bogus surveillance says tracked tramadol is diet phentermine pill xenical health the that FDA. sell phentermine diet pills online prescription a without campaign states phentermine and adipex buy cheap tramadol 120 cod Laboratories established the on tramadol gold minimum buy tramadol online from oregon Shuren. FDA, need needs Reports phentermine hcl overview with prescription phentermine without find health effects. phentermine pregnancy online pharmecies that sell phentermine
Número 771 - 23 de novembro de 2009

É possível ter prazer no trabalho,
mesmo sem fazer exatamente o que se gosta

Não é possível administrar adequadamente o tempo quando se detesta o trabalho, logo é preciso aprender a gostar do que se faz, investindo na qualidade e na excelência das tarefas

771
O último dos “mandamentos” do decálogo da administração do tempo apresentado no número anterior (ver GH/770) trata do prazer com o trabalho, um requisito fundamental para administrar o nosso tempo cotidiano. Vale a pena reproduzir o enunciado do “mandamento”:

“A forma mais produtiva de você ganhar tempo fazendo um trabalho é ter prazer com o que está sendo feito. O tempo mais mal gasto do mundo é aquele empregado num trabalho chato.”

9º. Mandamento da Administração do Tempo

Embora esse seja o último dos 10 “mandamentos”, talvez, por ordem de importância, devesse ser o primeiro porque se estamos, por exemplo, detestando o trabalho que fazemos, não há técnica de administração de tempo, por mais “milagrosa” que se proponha a ser, que dê certo. Mas como ter prazer com o trabalho se é tão difícil encontrar aquilo que se gosta de fazer? E se não achamos, como ter prazer com o trabalho que não consideramos ideal?

“Teremos então que trabalhar em algo que odiamos, condenados a uma vida profissional chata e opressora? A saída é aprender a gostar do que você faz, em vez de gastar anos a fio mudando de profissão até achar o que você gosta. E isto é mais fácil do que você pensa. Basta fazer o seu trabalho com esmero, um trabalho super bem feito. Curta o prazer da excelência, o prazer estético da qualidade e da perfeição.”

Stephan Kanitz, consultor e articulista brasileiro

Ao escrever esse polêmico artigo publicado na revista Veja tempos atrás, Kanitz foi no âmado da questão. Basta ver a quantidade de citações na internet para que se tenha uma idéia da importância do tema. Afinal, trata-se de uma questão que todo mundo que trabalha já se colocou. A mensagem dele é clara: antes de perder boa parte da vida procurando aquilo de que se gosta, tenha prazer com o que faz, fazendo bem feito.

“Se você não gosta do seu trabalho, tente fazê-lo bem feito. Seja o melhor na sua área, destaque-se pela sua precisão. Você será aplaudido, valorizado, procurado e outras portas se abrirão. Você vai começar a gostar do que faz, vai começar até a ser criativo, inventando coisa nova, e isto é um raro prazer.”

Stephan Kanitz, consultor e articulista brasileiro

Claro está que isso não deve significar acomodação, entrega dos pontos, desistência do desejo. Procurar continuamente o que se gosta de fazer é não só uma obrigação como um direito tão inalienável quanto a busca da felicidade pessoal. Uns poucos encontram com certa facilidade, para outros, mais numerosos, é menos fácil e para os demais, talvez a grande maioria, parece não ser possível encontrar. Bertrand Russel, notável matemático e filósofo britânico, chegou a escrever um interessante livro chamado “A Conquista da Felicidade” no qual trata a questão do seguinte modo:

“O segredo da felicidade consiste nisto: fazer com que os nossos interesses sejam os mais amplos possíveis.”

Bertrand Russel, 1872-1970, filósofo britânico

A partir daí, se poderia dizer que talvez o segredo da felicidade possível seja esse: interesses amplos e obstinação por fazer bem feito o que precisa ser feito. Sem esquecer, claro, da procura pelo que se gosta de fazer mas evitando que essa busca seja de tal modo obcecada que termine minando a capacidade de usufruir da felicidade proporcionada por um trabalho bem feito, ainda que não o ideal.

Número 770 - 16 de novembro de 2009

Um decálogo para ajudar a administrar
o tempo, esse nosso recurso mais precioso

Não é exagero dizer que mesmo os raros que administram bem o tempo não o fazem a seu próprio contento, por isso trata-se de um tema que merece sempre ser continuamente revisitado

GH 770

Administrar adequadamente o tempo sempre foi um dos maiores desafios do desempenho profissional. É um tema sobre o qual já foram escritas montanhas de livros e realizados milhares de cursos e treinamentos sobre como agir da melhor maneira e não desperdiçar o recurso precioso. Todos são unânimes em reafirmar o que muito propriamente disse dele Peter Drucker.

“O tempo é o recurso mais escasso. Se ele não for administrado, nada pode ser administrado.”

Peter Drucker, 1909-2005, guru da Administração

Como se trata de um tema recorrente e sobre o qual não se pode pretender ter domínio completo, sempre com uma faceta que pode e deve ser constantemente revisitada e aperfeiçoada, o Gestão Hoje expõe um decálogo que se propõe a tratar de forma sucinta mas ampla o problema da administração eficaz do tempo de cada um. Claro que não tem a pretensão de ser definitivo mas faz o esforço de ser suficientemente abrangente.

1. Fique Tranquilo(a)

Se você é uma pessoa responsável e comprometida com o trabalho que faz, sempre vai faltar tempo para fazer tudo o que precisa ser feito. Não se desespere por isso.

2. Economize Tempo com Planejamento

Quanto mais tempo você dedicar ao planejamento do trabalho que vai ser feito, mais tempo você ganhará na execução.

3. Estabeleça Prazos Curtos

Nunca esqueça que “o trabalho se expande até ocupar todo o tempo disponível”, por isso fixe um prazo justo para cada tarefa e permaneça fiel a ele.

4. Mantenha-se Ocupado(a)

Observe que tempo desperdiçado atrai desperdício de tempo na proporção direta da importância do trabalho a ser executado, portanto evite ficar desocupado.

5. Use a Pressão a Favor

Quase nada é feito a tempo se não sofrer algum tipo de pressão. Cabe a você procurar aproveitar a pressão para ajudar a impulsionar o que precisa ser feito.

6. Evite Interromper uma Tarefa

Não é propriamente o tempo despendido em uma tarefa que conta mas, sim, a quantidade de tempo ininterrupto aplicado a ela. Uma hora de trabalho concentrado é bem mais produtiva que quatro períodos espaçados de 15 minutos, por exemplo.

7. Dê-se uma Recompensa por cada Progresso

Sempre que cumprir uma etapa de um trabalho que está realizando, faça um intervalo, tome algo refrescante, dê uma volta no quarteirão, conceda-se um pequeno prêmio. O tempo ficará mais produtivo.

8. Relaxe de Vez em Quando

Evite passar mais de duas horas com dedicação ininterrupta a uma tarefa. Mesmo que não tenha feito progressos significativos, dê um intervalo, relaxe, faça, até, algum alongamento se for necessário. Quando o trabalho empaca, é essencial quebrar a rotina.

9. Crie Tempo Livre

Tenha sempre em mente que o tempo livre se faz, não se encontra. Por isso, você deve procurar “tirar proveito de suas obrigações e transformar em obrigação tudo o que deseja fazer”.

10. Trabalhe com Prazer

A forma mais produtiva de você ganhar tempo fazendo um trabalho é ter prazer com o que está sendo feito. O tempo mais mal gasto do mundo é aquele empregado num trabalho chato.

Evidentemente, apesar da aparente simplicidade, não é fácil adotar esses “mandamentos” mas a prática mostra que a própria tentativa já é um ganho importante.

Número 769 - 09 de novembro de 2009

Infelizmente no competitivo mundo
corporativo de hoje não dá para “relaxar”

Embora desacelerar, ir devagar ou “dar um tempo” de vez em quando seja essencial para a boa saúde física e mental, infelizmente na vida profissional não dá para viver sempre “relaxado”

769

Hoje em dia é cada vez mais disseminado, especialmente entre os jovens, um equívoco sobre o estado de espírito que deve prevalecer no ambiente organizacional/corporativo. Muitos são os que defendem e buscam o “relaxamento” como um estado ideal. Em recente artigo reproduzido no Jornal Valor, a colunista do jornal londrino Financial Times, Lucy Kellaway, escreveu a propósito de uma conversa com o filho que reclamara de sua escola ser “meio puxada”:

“Embora relaxar possa ser uma coisa zen, não leva ninguém ao sucesso. Para ser bem sucedido na vida corporativa  ou em qualquer campo competitivo  é preciso ser motivado, obsessivo e trabalhar duro.”

Lucy Kellaway, Valor, 30.10.09

O Gestão Hoje já tratou deste tema sob diversos enfoques, inclusive do seu contraponto, a economia do “devagar” (basta ir à home page do GH, www.gestaohoje.com.br, e digitar na busca palavras como “paranóia”, “lazer”, ‘devagar” etc. e vai-se ter uma idéia da recorrência do tema). A tese principal é que, embora o lazer, o relaxamento etc., sejam fundamentais para quebrar a rotina sempre exigente do dia a dia profissional, infelizmente não se pode deixar de estar sempre imbuído do lema do escotismo:

“O lema escoteiro original, em inglês, ‘be prepared’ (’esteja preparado’), foi criado pelo fundador do movimento, Baden Powell, e não é coincidência que fosse formado pelas iniciais ‘B.P.’, pelas quais o fundador era muitas vezes chamado, desde 1907.”

Wikipédia

E, precisando estar preparado, evidentemente, não se pode relaxar total. Na contemporaneidade, o advento da internet, com as facilidades do mundo web, têm se constituído em grande incentivo a essa idéia da não preocupação. Afinal, qualquer dúvida pode ser dirimida à distância de um clique. E talvez esse seja o mais ledo dos enganos atuais com que se confundem os mais jovens que não precisam mais tirar suas dúvidas em bibliotecas sempre difíceis de consultar ou em grossos volumes das enciclopédias Barsa, Mirador, Delta Larrouse e similares. Mesmo os gurus da economia digital, como é o caso do co-autor do best seller “Wikinomics: como a colaboração em massa pode mudar seu negócio” (Nova Fronteira), Don Tapscott, em entrevista para O Globo, já alertam:

“Antigamente, nos formávamos na faculdade e estávamos mais ou menos preparados para a vida. Hoje você se forma e é só o começo. Você não está preparado para a vida, está preparado para 15 minutos. Metade do que se aprendeu no primeiro ano já está obsoleto quando chegamos ao quarto ano.”

Don Tapscott, consultor canadense

Como relaxar num ambiente competitivo (e não é demais dizer que onde há vida, inclusive e principalmente vida profissional, há competição) com um barulho (ou falta dele) desses? Lucy Kellaway que escreveu o artigo refletindo o porquê do filho achar ruim uma escola “puxada” termina com um bem humorado alerta:

“Barack ‘no drama’ Obama exerce o cargo mais poderoso do mundo, mas também parece muito tranquilo. Mesmo assim, estou preparada para apostar minha própria casa de que ele não chegou à Casa Branca sendo relaxado. É um exemplo perigoso para os jovens. Quando eles vêm Obama na televisão, deviam ser informados: não tentem fazer isso em casa.”

Lucy Kellaway, Valor, 30.10.09

 

 

Número 768 - 02 de novembro de 2009

A ironia, uma poderosa
e sofisticada arma do bom humor

Como um recurso que muito frequentemente desconsidera o politicamente correto, a ironia é uma arma poderosa do humor inteligente, ainda que nada tenha de propriamente piedosa

768

É mais do que disseminado o entendimento de que o humor faz bem à saúde, à vida de um modo geral e à vida profissional em particular. A Madre Tereza de Calcutá chegou, inclusive, a classificar o mau humor como o “pior defeito” (ver a propósito do tema os GH/445 e GH/447). Uma forma especial de humor é a ironia que pode ser definida do seguinte modo:

“(1) Uso de palavras para transmitir um sentido oposto ao sentido literal; (2) resultado de eventos que é contrário ao que seria esperado; (3) estilo sarcástico de escrita ou fala.”

Wikcionário, pt.wiktionary.org

Já definida como a “arma dos fracos” (com o duplo sentido de ser usada por pessoas “fracas” e de ser a “arma” dos “fracos” contra os “fortes”), a ironia pode ser definida também, conforme o faz o livro “Ironia — Frases soltas que deveriam ser presas” (José Francisco de Lara, Cócegas Editora), como “nada mais do que uma forma elegante de ser mau”. Seja como for, requer a apuração do senso de humor e uma disposição para não subordinar-se completamente aos rígidos ditames do “politicamente correto” como se pode observar nesta situação reproduzida no livro:

“O primeiro-ministro britânico, Winston Churchill, discursava na Câmara do Comuns. Nancy Astor, a primeira mulher eleita para fazer parte daquela casa, levantou-se e interrompeu furiosa: - Winston, se você fosse meu marido, eu poria veneno no seu café! Churchill não pestanejou: - Senhora, se eu fosse seu marido, tomaria o café.”

Além dessa situação, o livro traz inúmeras outras, bem como frases que destacam a irreverência na interpretação das situações cotidianas, inclusive com incursões pelo campo da filosofia, não sem, inúmeras vezes, resvalar para o que poderia facilmente ser considerado politicamente incorreto, ainda que, na grande maioria das vezes, de forma muito engraçada. A seguir algumas das frases pinçadas do livro.

“Há homens que nascem póstumos.”

Raul Seixas, 1945-1989, compositor brasileiro

“Eu não tenho 50 anos, tenho 18 com 32 de experiência.”

Steven Tyler, cantor e compositor norte-americano

“Pense grande. Você já ouviu falar de Alexandre, o Médio?”

Propagandas Inteligentes

“Nos momentos de perigo é fundamental manter a presença de espírito embora o ideal fosse conseguir a ausência do corpo.”

Millôr Fernandes, humorista brasileiro

“Eu sou firme; você é obstinado; ele é teimoso como uma mula.”

Bertrand Russel, 1872-1970, filósofo britânico

“Achei que estava errado uma vez, mas eu estava enganado.”

Lee Iacocca, executivo norte-americano

“Para mim a humanidade se divide em dois grupos: os que concordam comigo e os equivocados.”

Graciliano Ramos, 1892-1953, escritor brasileiro

“É melhor calar-se e deixar que as pessoas pensem que você é um idiota do que falar e acabar com a dúvida.”

Abraham Lincoln, 1809-1865, presidente dos EUA

“Viva todos os dias como se fosse o último. Um dia você acerta.”

Luis Fernando Veríssimo, escritor brasileiro

Todos os direitos reservados
www.tgi.com.br