Dislub Equador realiza convenção com clientes para celebrar 20 anos

Com o objetivo de unir seus clientes e debater sobre os rumos da economia no país, a Dislub Equador, cliente TGI, realizou, em dezembro, a Dislub Convenção, com três dias de palestras e apresentações culturais realizadas no Enotel, em Porto de Galinhas. A ação também marcou a comemoração dos 20 anos de atuação da empresa no segmento de combustíveis no Norte e Nordeste.

Um dos destaques do evento foi a presença do economista, apresentador e colunista Ricardo Amorim, que falou sobre os cenários econômicos para 2018. Além dele, o professor e palestrante Nailor Marques também esteve presente e falou sobre atitudes do empreendedor. O evento ainda contou com fórum de debates sobre a reforma trabalhista, com a mediação do advogado trabalhista Sérgio Aquino e do desembargador do trabalho de Alagoas, João Leite Alencar.

“Esse evento teve o intuito de reunir todos os nossos clientes do Norte e Nordeste pela primeira vez e para nós foi um prazer termos tido essa reunião como comemoração dos nossos 20 anos”, celebra o presidente do grupo, Humberto Carrilho. Na oportunidade, o presidente também lançou a nova roupagem da marca da Dislub Equador e apresentou os projetos sociais nos quais a empresa se engajou durante o ano de 2017, como a Orquestra Cidadã e a Fundação Edmilson.

A Dislub Equador foi fundada em 1997 e atua, desde então, no segmento de combustíveis líquidos, sólidos e gasosos no Norte e Nordeste do Brasil. O grupo encontra-se entre as 150 melhores empresas para trabalhar no país e recebeu, ao longo de sua trajetória, diversos prêmios de qualidade no serviço.

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Varejão do Estudante facilita compra dos livros escolares

Para os pais, janeiro é o mês de comprar o material necessário para os filhos levarem para a escola. Além do material escolar – mochila, cadernos, canetas – é hora também dos livros didáticos. Para atender essa demanda, o Varejão do Estudante, cliente da TGI, dispõe de uma estrutura preparada para atender o cliente de uma maneira confortável, rápida e prática, seja na loja no bairro da Boa Vista, no Recife, pelo site www.varejao.com.br ou por telefone.

O Varejão, livraria especializada em livros didáticos e paradidáticos que trabalha com mais de 100 editoras, tem cadastrada em seu site a lista de livros de todas as escolas particulares de Pernambuco. Quem não encontrar o nome da escola na busca, pode enviar para a lista através do e-mail atendimento@varejao.com.br.

Para ter acesso ao orçamento dos livros, o cliente pode, ainda, colocar o nome da escola do seu filho no banner “encontre aqui a lista completa da sua escola”, disponível no site. Esse serviço facilita a vida dos pais na hora de comprar. Além disso, a busca pelo livro pode ser feito pelo título, autor ou editora.

Até o dia 21 de janeiro, quem comprar pelo site pode parcelar em até 12 vezes sem juros (ver condições), e ter frete grátis nas compras acima de R$ 600, caso more no Recife ou em algumas cidades da Região Metropolitana. Quem mora no Recife pode comprar na própria loja, que fica no bairro da Boa Vista e tem estacionamento próprio. Quem quiser também pode optar em comprar pelo telefone (81) 2123.5853.

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O risco político para a retomada econômica

“Ninguém mais ouve ninguém e cada um diz (e escreve!) o que lhe vem à cabeça, sem se preocupar minimamente com a manutenção das condições do diálogo.”

Sim, é certo que a retomada econômica pós-recessão já se iniciou e que, em alguma medida, ela está descolada da crise política. Porém não de todo.

Do ponto de vista econômico, existe ainda um importante obstáculo de ordem fiscal a ser removido no meio do caminho da retomada: um déficit orçamentário federal expressivo somado à necessidade de um superávit primário vultoso. Trata-se, no conjunto (um mais o outro), da necessidade de um ajuste fiscal de mais de R$ 300 bilhões, sem o qual o teto da dívida pública não se estabiliza e, por conseguinte, a credibilidade das contas nacionais perante o mercado e os credores (inclusive internacionais) fica comprometida, comprometendo, por sua vez, a retomada.

Embora esse seja um obstáculo de natureza econômica, para ser removido requer ação de natureza política, o que confere grande importância ao resultado da próxima eleição presidencial. Se tivermos o azar de eleger um presidente populista que não esteja comprometido com esse ajuste fiscal essencial, vamos ver a partir de 2019, novamente, o filme da deterioração das contas públicas, junto com a retomada da inflação e a da subsequente recessão para baixá-la. Um déjà vu totalmente desnecessário.

Um complicador para uma escolha sensata de alguém comprometido com a arrumação das contas públicas, sem a qual a retomada econômica será comprometida, é o clima de radicalismo que se instalou no Brasil nos últimos anos. Um verdadeiro Fla x Flu político, jogo em que os envolvidos se xingam, não se ouvem e todos perdem, o País muito mais…

Nunca vi nada nem sequer parecido mesmo tendo entrado na faculdade em 1976, em plena ditadura militar. Fiz passeata e corri da polícia, mas assisti a muitos debates minimamente civilizados em que uma parte ouvia a outra. Discordava, mas ouvia. Hoje, a impressão que tenho é que ninguém mais ouve ninguém e cada um diz (e escreve!) o que lhe vem à cabeça, sem se preocupar minimamente com a manutenção das condições do diálogo…

Neste ano que se inicia, de retomada da economia e de eleições presidenciais, faço votos que os ânimos se apaziguem um pouco mais e possamos ter um pleito o menos radicalizado possível, com a eleição de um presidente comprometido com o indispensável ajuste das contas públicas. Que assim seja!

*Artigo publicado na edição 142 da revista Algomais (www.algomais.com)

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A hora do planejamento estratégico simplificado

“Mais do que nunca, neste momento de saída da crise, tempo é dinheiro.” 

Tudo leva a crer que estamos começando a sair da pior crise brasileira da história documentada. A inflação beira o piso da meta, a taxa de juros é a mais baixa desde a criação da Selic e a expectativa de crescimento do PIB 2017/2018 é positiva. E apesar do ritmo da retomada não ser vigoroso (nem todos os setores percebem uma recuperação impactante e o desemprego ainda está muito elevado), é clara a melhora no aspecto geral da economia.

Neste cenário, especialmente por conta dos ajustes realizados nos últimos anos para sobreviver à recessão, é essencial voltar a investir no planejamento estratégico empresarial. É natural e compreensível que as dificuldades da conjuntura reforcem a atenção nos problemas operacionais de curto prazo, mas os empresários e gestores não podem deixar de fazer o esforço de voltar a analisar o negócio em perspectiva e estabelecer prioridades não só para o curto prazo mas, também, definir ações estratégicas que possam reforçar a competitividade do negócio no futuro (daquilo que Peter Drucker chamou de “ganha-pão de amanhã”).

Uma recomendação de partida é adotar um processo de planejamento simples, objetivo, participativo e consistente. De pouco adianta, no momento atual, lançar mão de metodologias muito sofisticadas que exijam um esforço muito grande de produção, principalmente quando não é adaptada à realidade de cada empresa como é muito frequente acontecer. Mais do que nunca, neste momento de saída da crise, tempo é dinheiro.

Durante o processo deste planejamento estratégico simplificado, vale atentar para as mudanças ocorridas no mercado. A crise impôs muitos ajustes no comportamento dos clientes que foram obrigados a mudar hábitos arraigados de consumo. É importante focar em oferecer produtos e serviços os mais adequados possíveis a essa nova realidade, inclusive já fortemente impactada pela digitalização do varejo.

No que diz respeito às equipes, assim como nos momentos mais críticos dos últimos anos em que os gestores precisaram ser transparentes na comunicação dos impactos da crise, agora é importante envolver os colaboradores o mais possível nas discussões e providências para aproveitar o reaquecimento do mercado. Quanto mais alinhada a equipe estiver com relação à estratégia da empresa, maiores serão as chances de atingimento dos objetivos definidos.

Por fim, a experiência mostra que reunir o grupo de gestores em torno das questões relevantes para o presente e para o futuro do negócio, com uma metodologia adequada e sem muita sofisticação desnecessária, não apenas qualifica o planejamento e a gestão mas, também, amplia as possibilidades de execução do que for bem planejado.

Gestão Mais é uma coluna da TGI na revista Algomais. Leia a publicação completa aqui: www.algomais.com

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FRASE DA SEMANA TGI

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