UPAE/IMIP de Petrolina completa quatro anos

A Unidade Pernambucana de Atendimento Especializado (UPAE) de Petrolina, administrada pela Gestão IMIP, cliente da TGI, comemorou, no dia 26 de julho, quatro anos de funcionamento. A data foi comemorada com uma missa em Ação de Graças que reuniu funcionários, colaboradores, familiares, usuários e convidados.

Na ocasião, a coordenadora geral da UPAE/IMIP Petrolina, Ana Beatriz Mota Aguiar, ressaltou alguns números acumulados nesses quatro anos. “Já foram mais de dois milhões de procedimentos e 397 mil atendimentos na urgência e emergência; além de 172 mil consultas médicas, 35 mil não médicas, 21 mil cirurgias, 488 mil exames e 44 mil sessões de fisioterapia na atenção especializada”, citou.

Além do aniversário e dos bons números, a UPAE Petrolina também comemora o índice de satisfação dos seus usuários. Segundo o questionário qualitativo feito pela ouvidoria da instituição, 80% dos usuários da Unidade consideram o atendimento bom/excelente. A pesquisa de avaliação é feita com 10% do percentual diário dos usuários que utilizam os serviços da urgência e emergência e da atenção especializada.

O questionário, aplicado individualmente por uma assistente administrativa, é composto por onze perguntas que envolvem desde a avaliação da limpeza dos banheiros e silêncio nas salas de espera e observação ao atendimento médico, de funcionários e recepcionistas.

0

Madá Food Park promove primeiro “open bar” de batata do Recife

Cliente da TGI, o Madá Food Park, na Madalena, promoveu, no dia 21 de julho, o primeiro “open bar” de batata frita do Recife. Promovido em parceria com a marca Gratícia, o evento inédito trouxe o público para conhecer o food park, inaugurado há dois meses.

Durante a ação, foram distribuídos gratuitamente cerca de 80 quilos de batatas fritas. Além das batatas palitos, feitas na hora, o público também ganhou pacotes de batatas chips e palha da Gratícia. “Nossa ideia era aproximar o cliente do espaço, que é novo. O resultado foi muito bom”, afirma Lilia Carvalho, uma das sócias do Madá Food Park junto com a empresária Camila Wiedemann. Para completar a noite, a banda Bob Nelson animou o público.

O ambiente conta com um mix de nove operações de food trucks, carts e bikes, que oferecem o melhor da comida de rua do Recife. Entre os trucks presentes estão Kombina (massas e molhos artesanais), Urbanoide (burguers artesanais), Cozo (sanduíches italianos), Vics Hot Dog (cachorro quente gourmet), Sêo Japa (culinária japonesa e peruana), Quitéria (culinária brasileira), Road Pub (petiscos), Caldinho da Manu e Kophiphi (sorvete tailandês).  O bar exclusivo do Madá é comandado pela cervejaria Babylon, Eisenbahn e Ingá Vinhos.

O Madá Food Park funciona de segunda à quinta, das 17h às 23h.  Nas sextas e sábados, funciona até 0h. Aos domingos, das 17h às 22h. O espaço fica localizado na Rua Doutor Batista de Carvalho, nº 45, no bairro da Madalena, Zona Oeste do Recife.

0

TGI recebe reunião do Conselho Estratégico da Algomais

A Revista Algomais reuniu, no último mês de julho, na TGI Consultoria, representantes de vários setores do mercado em nova reunião do Conselho Estratégico Algomais Pernambuco Desafiado. Na pauta, o projeto Empresas & Empresários e a palestra o Desempenho de Pernambuco em 2016 e Perspectivas para 2017 com apresentação realizada pelo consultor Écio Costa, da CEDES Consultoria e Planejamento.

O projeto Empresas & Empresários, realizado pela TGI e INTG com a participação do Conselho Estratégico Algomais Pernambuco Desafiado, vai analisar 15 setores, desde os mais tradicionais que se renovaram como moda e confecção e o sucroalcooleiro; até aqueles que passaram a integrar a economia pernambucana mais recentemente como o naval e offshore.

Durante a reunião os participantes fizeram uma análise da importância desses setores, sobretudo, em meio à recessão econômica que atravessa o País. Inclusive, o projeto E&E irá focar no impacto da crise; as medidas para superar a crise no Brasil e Pernambuco; e a superação no ambiente empresarial. E nesta edição, além, do resultado da sondagem, haverá uma homenagem às empresas que se destacaram com o Prêmio Quem Faz Algomais por Pernambuco. A pesquisa E&E é realizada desde 1990 com o intuito de desenvolver um trabalho de natureza investigativa e mobilizadora com o meio empresarial, produzindo uma análise crítica que fica a serviço da gestão estratégica para diversos segmentos econômicos.

Já na apresentação do consultor Écio Costa sobre o Desempenho de Pernambuco em 2016 e Perspectivas para 2017, foram apresentados os indicadores mais recentes divulgados pelo Governo do Estado sobre a economia. Entre os resultados, aparece que o setor de Serviços representa 78,8% da economia e 18,6% de indústria. Em relação ao panorama do comércio em 2016, houve queda de 9,6% e o emprego também sofreu déficit em setores importantes como Construção Civil (12,44%) e Serviços (18,57%). Já o setor de Agropecuária teve um crescimento representativo no primeiro trimestre (12,3%). E no geral, O Produto Interno Bruto de Pernambuco cresceu 1,4% no primeiro trimestre de 2017, na comparação com o mesmo período do ano passado.

0

Vitalina estreia na Fenearte

Em julho, aconteceu a 18º edição da Fenearte, considerada a maior feira de artesanato da América Latina. Cliente da TGI, a Vitalina, marca pernambucana de sandálias e acessórios artesanais, participou pela primeira vez do evento com um stand montado no local.

Criada há três anos pela publicitária Carol Dreyer e o fotógrafo Rodrigo Cavalcanti, a Vitalina carrega, nas suas peças, uma identidade de celebração à estética do cangaço. A ideia surgiu de forma espontânea, quando decidiram vender alguns sapatos pessoais num grupo de trocas no Facebook. A partir daí, com a grande demanda, passaram a comercializar itens masculinos, femininos e infantis, além de artesanatos de várias partes do estado, dando origem a uma loja virtual.

Para Rodrigo, a experiência de fazer parte da Fenearte foi um grande passo para a empresa. “Sempre foi um sonho participar. Foram cinco meses de planejamento e levamos em média 1.500 produtos entre Vitalina e Vitalina Casa, aumentando nosso faturamento mensal em cerca de 80%. Geramos quatro empregos temporários durante os 11 dias de feira. Ficamos muito felizes com o resultado e já estamos aguardando a próxima edição”, comenta o empresário.

Atualmente, a Vitalina mantém uma loja física no bairro de Casa Amarela, Zona Norte do Recife, onde revende os produtos confeccionados por artesões, não só de Pernambuco, mas também do Ceará e Paraíba. Os calçados e acessórios são vendidos por encomenda para todo o Brasil, levando para os clientes a cultura do couro e a estética sertaneja.

0

Termômetro ÁgilisRH mostra efeitos da tecnologia no ambiente das empresas

O modo de funcionamento das empresas, as formas de relacionamento e o comportamento das equipes têm sido impactados fortemente pelos avanços tecnológicos. Visando mapear a percepção das empresas de como as novas tecnologias têm permeado o ambiente e a dinâmica das organizações e como elas estão se posicionando diante deste cenário, a 13ª edição da pesquisa Termômetro ÁgilisRH ouviu as opiniões de executivos, gestores e profissionais de recursos humanos sobre o tema.

“Tem-se falado muito sobre a disrupção digital e sobre os impactos que o mundo da internet está gerando na sociedade. Mas identificamos que a maioria dos estudos avalia os impactos desse fenômeno apenas na vida das pessoas. Percebemos que seria importante começar a pensar também como isso está afetando as organizações”, afirma a consultora Carolina Holanda, sócia da ÁgilisRH. Como resultado, o estudo, feito com 126 entrevistados, apontou que em 98% das empresas pernambucanas participantes da pesquisa o modo de funcionamento das organizações foi impactado fortemente pelos avanços tecnológicos.

Quando perguntados sobre as principais mudanças trazidas pela tecnologia nos processos de trabalho, os entrevistados, em sua maioria, responderam que houve um aumento na comunicação via mensagens (celular e redes sociais), no acesso remoto às informações e no uso de ferramentas online (reuniões, capacitações, entre outros). Os aspectos positivos destacados pelos entrevistados no comportamento dos profissionais foram principalmente a troca de informações (95,2%), a melhoria na qualidade da produção (91,6%) e a organização do trabalho (87,3%).

De acordo com Carla Miranda, também sócia da ÁgilisRH, as respostas da enquete apontaram mais melhorias do que problemas. “Os efeitos mais positivos foram sentidos na qualidade dos trabalhos. Os gestores entrevistados relacionam essa qualificação na produção com a quantidade de informações que está disponível para a pesquisa dos profissionais”, relata. Entretanto, a pesquisa revelou que, na visão dos entrevistados, a concentração dos profissionais nas atividades piorou. “Esse aspecto tem relação com outra preocupação das empresas que é a administração do tempo. Muitas pessoas têm dificuldades de discernir como usar as redes sociais no expediente”, afirma Carolina.

Sobre essa questão, as consultoras afirmam que muitas organizações não conseguem lidar de forma assertiva com situação, mas avalia que decisões radicais, como a proibição total do uso dessas redes no ambiente de trabalho, não são eficazes. “Sugerimos que as empresas construam acordos de trabalho e conscientizem os profissionais sobre como usar esses novos meios de comunicação em perder em produtividade”, completa Carolina. Desta forma, todos saem ganhando.

0