Dupla Comunicação recebe prêmio TOP Mega Brasil 2017

A Dupla Comunicação, cliente TGI, foi uma das empresas vencedoras do prêmio TOP Mega Brasil 2017 – Região Nordeste. A premiação é voltada para o segmento de comunicação corporativa e conta com votação feita por jornalistas e profissionais da área de todo país. Através de um sistema de votos online, diversas empresas concorrem em diferentes categorias e têm o seu trabalho reconhecido. A Dupla participou de duas etapas, uma classificatória e outra de definição das cinco empresas escolhidas na região.

Para Michele Cruz e Antonio Tiné, sócios diretores da Dupla, o prêmio representa o reconhecimento do trabalho realizado há oito anos pela empresa. “Comemoramos todas as nossas conquistas com os nossos colaboradores. Vamos continuar comemorando tudo sempre”, afirma Tiné. Para o futuro, a Dupla espera fortalecer o crescimento da marca na Região Nordeste e manter a qualidade do trabalho.

“Estamos sempre em mutação, em busca de novidades. Estamos agora finalizando o processo de Branding da empresa. Estaremos investindo no fortalecimento da nossa marca de maneira institucional, sem deixar de investir nas pessoas e na gestão do nosso negócio”, completa.

Criada em 2008, a Dupla Comunicação trabalha a comunicação empresarial de maneira ampla e integrada. Em seu portfólio de 22 clientes, a empresa possui algumas das maiores empresas do Brasil em segmentos variados como telefonia, construção civil, saúde e varejo. Entre seus clientes se destacam a Moura Dubeux, a Esposende, o Grupo Petrópolis e a Tim. A Dupla tem parceiros em todo o país, para oferecer sempre as melhores soluções e custo/benefício aos clientes com atuação regional ou nacional.

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IMIP lança aplicativo para localização de serviços

O IMIP, cliente da TGI, lançou um aplicativo que permite que o usuário busque os serviços de saúde em todo o complexo hospitalar da instituição. Com design moderno e navegação facilitada, o app “IMIP Localização” oferece uma busca em modo offline, ou seja, sem acesso à internet, de qualquer serviço oferecido pelo IMIP, através de uma rota. O lançamento integra as comemorações em homenagem aos 57 anos de fundação do instituto.

O aplicativo dá a possibilidade do usuário escolher os serviços através de ícones ou texto, além de escolher rotas favoritas para facilitar a navegação pelo mapa, com o auxílio de fotos dos principais pontos de referência. O mapa apresenta o percurso até o local escolhido.

A ferramenta dispõe ainda de informações sobre o hospital, como endereço e telefone e, nas próximas atualizações, aparecerão fotos da sua fachada. A localização dos prédios pode ser vista em um mapa. O aplicativo está disponível na Play Store para smartphones e tablets com sistema operacional Android. Ele pode ser baixado gratuitamente.

IMIP - O Complexo Hospitalar do IMIP está distribuído numa área de 69 mil metros quadrados que oferece, através do SUS, serviços ambulatoriais e hospitalares, especializados para crianças, mulheres e homens, com centro de diagnóstico e medicina intervencionista próprios, Hospital-Dia, emergências e salas para realização de diferentes terapias. Mais de 20 mil usuários circulam por dia na Instituição.

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A mãe de todas as reformas

“Creio ser impossível administrar com mais de 30 partidos representados no Congresso Nacional”

Confesso que sempre olhei com desconfiança a longa defesa que sempre fez o ex-governador, vice-presidente da República e senador Marco Maciel, da reforma política como a principal a ser feita no Brasil. Entendia eu que existia tanta coisa mais urgente para reformar no País que a política era de somenos importância. Continuei pensando assim, mesmo depois que, anos atrás, tive o insight de que ou o Brasil acabava com o modo de financiamento de campanhas políticas vigente ou ele acabaria com Brasil…

Hoje, sou obrigado a reconhecer que Marco Maciel estava certo. Como antigo e profundo conhecedor da cena política nacional, ele percebeu, bem antes do senso comum, que manter o status quo de então não nos levaria a lugar muito bom como, de fato, não nos levou. Hoje, estamos atolados no pantanal político, num imbróglio que, pelo menos eu, nunca vi igual nos últimos 40 anos.

Como sair da armadilha na qual entramos por falta de reforma no seu devido tempo? Depois de muito pensar no assunto, eu que não sou especialista mas que, por dever de ofício do planejamento empresarial, me vejo obrigado a especular sobre os desdobramentos futuros dos cenários nacionais, cheguei à conclusão de que pelo menos três medidas não podem deixar de ser adotadas: (1) cláusula de barreira; (2) voto distrital; (3) rígido disciplinamento do financiamento de campanha.

A cláusula de barreira me parece imprescindível porque creio ser impossível administrar com mais de 30 partidos representados no Congresso Nacional, alguns deles com apenas um parlamentar. No que diz respeito ao voto distrital, além da melhor representação dos eleitores que possibilita, outro grande benefício de sua adoção está diretamente relacionado com os altos custos de campanha, já que os atuais distritos são os Estados inteiros, no caso das eleições de deputados. Em relação ao financiamento de campanha, a importância me parece óbvia: é fundamental que a clareza seja total ou, então, ficaremos eternamente reféns das delações premiadas…

Trata-se, evidentemente, de um tema demasiado árido para quem não é do ramo mas, estou convencido, inescapável se tivermos a pretensão de desatar o nó atual. A reforma política é, sem dúvida hoje, a “mãe de todas as reformas” como nos queria fazer entender Marco Maciel e, infelizmente, não conseguiu. Sem ela, temo que as operações do tipo Lava Jato se perpetuem ad eternum.

*Artigo publicado na edição 136 da revista Algomais (www.revistaalgomais.com.br)

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O líder não pode se deixar enlouquecer

“Quando o gestor consegue esse equilíbrio, o efeito é de admiração, respeito e confiança da equipe”.

Muitos líderes, frequentemente, se queixam da expectativa excessiva que a sua equipe tem de ser cuidada e compreendida, especialmente em situações de maior exigência. Numa rotina puxada, num dia a dia dos mais exigentes, com grandes responsabilidades e demandas, sempre fica a pergunta: por que o gestor precisa também atender esse tipo de demanda, como se os gerenciados fossem crianças?

Antes de responder à pergunta, é preciso considerar que o líder é alvo de muitas expectativas, algumas legítimas, outras descabidas. Dentre as legítimas estão as demandas por orientação, por suporte nas dificuldades, por proposição de soluções ou pelo provimento de condições adequadas de trabalho. Outras demandas, porém, são inatingíveis e expressam a suposição fantasiosa de que o líder nunca falha e é responsável por resolver todos os problemas, atendendo todos os pedidos da equipe.

São expectativas infantilizadas, decerto, mas que se movimentam gerando pedidos impossíveis de atender e queixas por insatisfações diversas. Ao fim e ao cabo, em todo grupo há uma espécie de desejo inconsciente e, portanto, não intencional, de enlouquecer o gestor. É um desejo inconsciente, sem dúvida, mas efetivo no que representa de pressão sobre o líder…

Por isso, preservar o equilíbrio é fundamental. Deve o gestor cumprir seu papel de mobilizar, comprometer, dar suporte e prover condições possíveis e, ao mesmo tempo, deixar claros os limites do que não é possível. Isso significa considerar alguns dos interesses legítimos da equipe, mas defender, simultaneamente, o interesse maior da organização.

Quando o gestor consegue esse equilíbrio, o efeito é de admiração, respeito e confiança da equipe. E isso favorece enfrentar e realizar o maior desafio de uma liderança que é o de fazer com que as pessoas se identifiquem com o projeto da empresa e se sintam motivadas a fazer o que precisam, principalmente, porque confiam no seu líder.

Um líder precisa, sim, cuidar da sua equipe, mesmo naquilo que parece imaturidade. E precisa cuidar também de si mesmo, para não se deixar enlouquecer por essas contradições inevitáveis em qualquer relacionamento, especialmente naquele que envolve diversas pessoas e seus desejos diversos.

Gestão Mais é uma coluna da TGI na revista Algomais. Leia a publicação completa aqui: www.revistaalgomais.com.br

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Mitos da Empresa Familiar

Este texto faz parte da série Empresa Familiar Competitiva, produzida pela TGI Consultoria com conteúdos que focam a realidade das empresas familiares pernambucanas. Para receber os próximos conteúdos em primeira mão, cadastre-se em www.tgi.com.br/empresafamiliar.


Sendo a família a base e o fundamento da empresa familiar, e sendo a dimensão dos afetos e das emoções algo que marca a dinâmica familiar de modo muito mais forte do que a dinâmica das relações organizacionais, é fácil entender como essa dimensão afetivo-emocional da família pode invadir e interferir na gestão da empresa.

Separar as dimensões da família e da gestão não é uma tarefa fácil. Pressupostos de igualdade, hierarquia e direitos, bem como sentimentos como amor e reconhecimento, que valem para a relação familiar, não devem ser transferidos para a empresa. Esses conceitos, consolidados nas experiências familiares, criam convicções tão sólidas que se tornaram mitos que estão na origem de muitos conflitos e, em muitos casos, é responsável pelo insucesso das organizações familiares. Algumas situações práticas que costumam ocorrer com frequência:

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