Game Station lança programação especial de férias

O Game Station, cliente da TGI, já iniciou a sua programação de férias com as Manhãs de Diversão, trazendo atrações diferenciadas para as crianças durante os meses de junho e julho em todos os parques da rede. Por um custo único, os participantes da Manhã de Diversão recebem um cartão Game Station com quatro horas de brincadeira ilimitada nas máquinas selecionadas e R$20 em bônus para uso nas máquinas especiais.

Além disso, o ingresso também dá direito ao acompanhamento de um monitor, atividades lúdicas e um lanche especial. As Manhãs de Diversão acontecem sempre pela manhã, de segunda a sexta, a partir do horário de abertura do parque até às 13h. Crianças menores de 10 anos devem obrigatoriamente estar acompanhadas de um responsável.

Cada unidade do Game Station conta com mais de 100 equipamentos e atrações. Os destaques são os equipamentos coletivos como bate-bate, os simuladores de corrida e aventuras e as redemptions, máquinas que pagam tickets para serem trocados por brindes nos postos de troca de cada unidade. Nos parques dos shoppings Riomar Fortaleza e Recife, o Game Station conta ainda com um cinema 7D e com o Game Station Bowling, atração que possui uma estrutura com 12 pistas de boliche e restaurante/sports bar.

Mais informações pelo site http://www.gamestation.com.br ou pelo telefone (81) 3201.0345.

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Loja Rosa Amarela ganha nova logomarca

Cliente da TGI, a loja Rosa Amarela, formada pelas empresas pernambucanas D.uas Design, Trocando em Miúdos e Calma Monga, está com uma nova identidade visual. Pensada para representar a essência das três marcas que compõem a loja, a logomarca foi criada pelo Estúdio Mola.

“A ideia é que a Rosa Amarela tenha uma identidade própria, mas sempre ligada às marcas que atuam como base. Essa nova logomarca estará presente em toda nossa identidade visual, desde os letreiros das lojas até sacolas, postais e redes sociais”, explica Lia Tavares, sócia da D.uas Design. Para a concepção da nova logomarca, o Estúdio Mola buscou um elemento em comum entre as três marcas, abrindo mão de símbolos, considerados abstratos demais para absorver a essência das empresas.

Dessa forma, foi decidido explorar a tipografia, para que esta fosse harmoniosa em aplicações conjuntas e sem perder a forte personalidade característica dessa união. “Entre as três marcas “mães”, a letra “A” é a única em comum e, portanto, o ponto de conexão para a Rosa Amarela. Aproveitando o princípio de fechamento e continuidade da Gestalt, deixamos para o leitor ‘completar’ a forma da letra A, sugerindo a união tão presente no propósito da marca. Apesar de ‘cortada’, nosso olhar tende a completar a forma já conhecida, criando um diálogo gráfico com o leitor, um convite a se juntar e fazer parte da marca”, explica Daniel Pinheiro designer responsável pela criação.

O mix da Rosa Amarela conta com as bolsas da Calma Monga, as roupas confeccionadas com as estampas exclusivas da D.uas e os acessórios da Trocando em Miúdos. Todos os produtos são resultado de muita pesquisa, tendo como principais características o trabalho autoral, exclusivo e focado na produção criativa e mão de obra responsável das três marcas. A Rosa Amarela conta com duas lojas, uma na Rua Dep. Pedro Pires, nº 405, na Jaqueira, e outra na Av. Conselheiro Aguiar, nº 2941, em Boa Viagem.

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Valores pra valer

“Imagens empresariais que levam anos ou décadas para serem construídas, terminam destruídas em horas”.

Diante dos frequentes escândalos envolvendo a gestão pública, empresas privadas e de economia mista, um tema se tem apresentado de forma recorrente: as práticas flagradas incoerentes com os valores e códigos de ética empresariais declarados, seguidas de pedidos de desculpas que terminam ironizados pelos que deles tomam conhecimento.

Essa realidade chama a atenção para a falta de efetividade desses documentos, normas e códigos. Na prática, imagens empresariais que levam anos ou décadas para serem construídas, terminam destruídas ou severamente prejudicadas em alguns dias ou horas por incoerências graves relativas aos valores empresariais explicitados. Para evitar esse destino desabonador, é recomendável a atenção a três pontos de modo a fazer com que os valores sejam, de fato, “prá valer”.

1. Os valores precisam ser poucos e simples para gerar o melhor e mais amplo entendimento possível, com maior potencial de internalização por todos os profissionais. É importante levar em conta que os valores devem traduzir a essência da organização e que serão um norte para decisões, atitudes e relacionamentos, dentro e fora da empresa.

2. A apresentação dessas referências e de seus significados para todos os profissionais, inclusive os novos. Logo na integração, os gestores devem provocar e estimular o contato com as referências da identidade da organização. Para além da leitura dos manuais e códigos, é interessante que lideranças falem sobre como esses valores se evidenciam na prática, argumentando com exemplos que tenham maior possibilidade de ocorrer.

3. O duplo papel de estímulo e reforço aos comportamentos adequados e de enquadramento e combate às atitudes inadequadas. Não vale fazer “vista grossa”, mesmo que a situação seja difícil ou constrangedora; se é um valor da organização e se é “prá valer”, é dever do gestor cobrar e ser guardião desses acordos e desse valores. Se não for desde modo, o código de ética ou o padrão de atitudes vira uma ficção, que pode impressionar da porta para fora, mas é inócua da porta para dentro.

Os códigos de ética e os valores são pilares essenciais à sustentação da organização e o cuidado que normalmente é tomado na sua construção deve também ser dedicado à sua comunicação e ao monitoramento. Como se diz no senso comum: “papel aceita tudo”. Mas empresas são feitas de gente e de reputação, não de papéis desmoralizados no primeiro escândalo.

Gestão Mais é uma coluna da TGI na revista Algomais. Leia a publicação completa aqui: www.revistaalgomais.com.br

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“O que diz o livrinho?”

“Tenho uma firme convicção: a saída tem que ser constitucional, qualquer que seja ela!”

Feitas as contas, tenho mais de 40 anos de “janela”, observando com atenção o cenário político e econômico do País. Sim, desde que entrei na faculdade acompanho atentamente a cena nacional e posso dizer, sem medo de errar, que não lembro de ter visto uma situação política tão “enevoada” no curto prazo como esta que estamos vivendo nos dias de hoje.

Fui testemunha ocular da segunda metade da ditadura militar, vivi a incerta abertura democrática, a luta e a conquista da anistia, a angustiante eleição e morte de Tancredo Neves, o titubeante governo Sarney, o decepcionante Plano Cruzado, a efervescente Assembleia Nacional Constituinte, a festa das eleições diretas para presidente, a surpresa da eleição, do confisco e do impeachment de Collor, o insólito governo Itamar, a desconfiança e o sucesso do Plano Real, a eleição e o governo de FHC, a revolucionária eleição e o governo distributivista de Lula, e o errático período Dilma. Sem falar na infinidade de crises inclusas em todos esses períodos…

Todavia, sempre tinha um sentimento mais ou menos claro do que viria depois da tempestade, mesmo quando ela parecia (e era!) bem forte. Hoje, o tempo nublou de vez e a crise da sucessão do presidente Temer mergulhou nas “brumas de Avalon”, com o País literalmente dividido entre “coxinhas” e “mortadelas”, o que dificulta em muito a saída negociada do impasse…

Em meio às névoas da incerteza, todavia, tenho uma firme convicção: a saída tem que ser constitucional, qualquer que seja ela! O Estado de Democrático de Direito foi, junto com a estabilidade econômica, a grande conquista da luta cidadã de toda uma geração, empreendida ao longo das últimas décadas. Qualquer tentativa de aventura fora disso, não podemos esquecer, é crime de lesa-pátria!

Relata a crônica histórica que o primeiro presidente eleito depois da ditadura Vargas, o marechal Eurico Gaspar Dutra, sempre que lhe apresentavam alguma questão politicamente cabeluda, perguntava, apontando para o pequeno exemplar da Constituição de 1946 que levava consigo: “o que diz o livrinho?”

O próprio presidente Temer, professor de direto constitucional que é, no seu discurso pós-impeachment, citando o presidente Dutra, prometeu ter sempre esta atenção. É chegada a hora do mais duro teste dos últimos tempos: fora do “livrinho” não há salvação e todo o resto, por mais sedutor que seja, não passa de aventura casuística!

*Artigo publicado na edição 135 da revista Algomais (www.revistaalgomais.com.br)

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Importância de lidar com as diferenças

Trabalho com uma pessoa que tem um estilo muito diferente do meu e, muitas vezes, me impaciento e isso acaba influenciando a qualidade do meu trabalho. Como lidar com essa situação sem tantos desgastes?

Continue lendo: http://blogconexaoprofissional.com.br/blog/2017/06/15/importancia-de-lidar-com-as-diferencas/

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